Archive for março, 2010

Pensamentos

segunda-feira, março 29th, 2010
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Voltaire é um filósofo que eu admiro pela qualidade de suas idéias.
 
Acho interessante divulgar suas idéias, mas antes uma breve biografia para que entendam quem foi Voltaire.
 
François-Marie Arouet, mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire (Paris, 21 de novembro de 1694 — Paris, 30 de maio de 1778), foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês, conhecido pela sua perspicácia e espirituosidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre comércio.
 
Voltaire foi um escritor prolífico, e produziu obras em quase todas as formas literárias, assinando peças de teatro, poemas, romances, ensaios, obras científicas e históricas, mais de 20 mil cartas e mais de 2 mil livros e panfletos.
 
Ele foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo.
 
Voltaire foi um dentre muitas figuras do Iluminismo (juntamente com John Locke e Thomas Hobbes) cujas obras e idéias influenciaram pensadores importantes tanto da Revolução Francesa quanto da Americana.
 
Voltaire foi um pensador que se opôs à intolerância religiosa, intolerância de opinião etc. existentes na Europa no período em que viveu. Trata-se de ideias extremamente revolucionárias, que acabaram por fazer com que Voltaire fosse exilado de seu país de origem, a França.
 
Além de apoiar a liberdade de expressão, Voltaire também defendia a criação de leis para todos da população.
O conjunto de ideias de Voltaire constitui uma tendência de pensamento conhecida como Liberalismo (que não deve ser confundido com o sistema elaborado por Adam Smith, chamado de Liberalismo Econômico).
 
Por fim, destacamos que Voltaire, em sua vida, também foi "conselheiro" de alguns reis, como é o caso de Frederico II, o grande, da Prússia, um déspota esclarecido.
 
 
Suas frases mais famosas são:
  • Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas.
  • Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano.
  • Escrevo-vos uma longa carta porque não tenho tempo de a escrever breve.
  • O estudo da metafísica consiste em procurar, num quarto escuro, um gato preto que não está lá.
  • Os infinitamente pequenos têm um orgulho infinitamente grande.
  • Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.
  • Que Deus me proteja dos meus amigos. Dos inimigos, cuido eu.
  • Um mérito inegável da poesia: ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa.
  • Uma coletânea de pensamentos é uma farmácia moral onde se encontram remédios para todos os males.
  • O público é uma besta feroz. Deve-se enjaulá-lo ou fugir dele.
  • É mais claro que o sol, que Deus criou a mulher para domar o homem.
  • Aproximo-me suavemente do momento em que os filósofos e os imbecis têm o mesmo destino.
  • A via pela qual se ensinou durante largo tempo a arte de pensar, de certeza que é oposta ao dom de pensar.
  • Se Deus não existisse, seria preciso inventá-lo.
  • A pintura é poesia sem palavras.
  • Respeito o meu Deus, mas amo o universo.
  • As paixões são os ventos que enfunam as velas dos barcos, elas fazem-nos naufragar, por vezes, mas sem elas, eles não poderiam singrar.
  • A alma é uma fogueira que convém alimentar, e que se apaga dado que não se aumente.
  • Façam o que fizerem, destruam a infâmia e amem aqueles que vos amam.
  • Um dos méritos da poesia, que muita gente não percebe, é que ela diz mais que a prosa e em menos palavras que a prosa.
  • Que Deus me defenda dos meus amigos, já que sei defender-me muito bem dos meus inimigos.
  • Todas as riquezas do mundo não valem um bom amigo.
  • Há muito poucas repúblicas no mundo, e mesmo assim elas devem a liberdade aos seus rochedos ou ao mar que as defende. Os homens só raramente são os dignos de se governar a si mesmos.
 


Nossa Posição

terça-feira, março 23rd, 2010
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Nós, como seres humanos, que vivemos em grupo (alguns chamam de bando) nos acostumamos a isto e até sentimos necessidade deste contato constante.
 
A partir disto criamos outras necessidades. Algumas positivas e outras nem tanto!
 
Obviamente estou generalizado, então muito do que vou escrever não se aplica a um ou outro. Quem ler não vai se ver num ou noutro ítem. Pode ser que consideremos que alguns dos ítens não sejam vividos por ninguém, mas acreditem, não tirei isto do nada. Isto é fruto de minha observação em várias pessoas (conhecidas ou não, amigas ou não).
 
Temos necessidade de atenção. Ninguém vive como um ser invisível. Quando isto acontece ficamos malucos e vamos conversar com qualquer um que esteja a nossa frente (conhecido ou não). Nem sempre nos lembramos de dar atenção, mas sempre queremos atenção.
 
Nos iludimos achando que somos auto-suficientes em tudo e que não precisamos de ninguém. Há, inclusive, uma definição que nos ensina que não precisamos de nada nem ninguém para sermos felizes. Isto na teoria é maravilhoso e devemos buscar isto. Entretanto, nós ainda dependemos de muita coisa e de muita gente. Seremos pretenciosos se pensarmos diferente. O que eu quero dizer é que embora ninguém necessite, efetivamente, de qualquer coisa (ou pessoa) para ser feliz uma ajuda não é nada mal.
 
É comum termos o comportamento egoísta nos nossos relacionamentos. Em primeiro lugar olhamos apenas o que nos faz bem e, se sobrar tempo e disposição, iremos "correr os olhos" naquelas pessoas que consideramos. Se formos cobrados neste sentido já temos a resposta pronta: Eu sou assim e quem quer se relacionar comigo tem de se acostumar com isto! É uma frase egoísta ou apenas impressão minha???
 
Nossas construções afetivas se limitam a fazer com que as pessoas gostem de nós. E neste quesito muitas vezes somos mestres! Só que quando vamos observar iremos dizer aquela frase de desenho animado: EU CRIEI UM MONSTRO!!! Sabem qual é o problema? Nos aproximamos das pessoas para preencher suas lacunas afetivas (todos nós temos) e conseguimos grandes progressos nisto. Só esquecemos de avisar a estas pessoas que as lacunas foram preenchidas por elas mesmas e não por nós. Aí acontece aquilo que mais gostamos: Dependência. As pessoas passam a depender de nós. Muitas vezes isto é bom porque nos massageia o ego, mas se formos analisar é bem ruim e demonstra um grande problema em nós mesmos. Preciso dizer qual é o problema? Acho que sim! O problema que temos é justamente o excesso de lacunas a serem preenchidas. E aí nos esforçamos em preencher as lacunas alheias na esperança de que esta atitude preencha as nossas. Confesso que fui sutil nesta explicação pois com certeza tem muito mais coisas aqui!
 
Volta e meia precisamos de um tempo. Ou seja, algumas vezes (algumas?) queremos cavar um buraco e nos enfiar dentro para isolar do mundo e vivermos sozinhos. Sabem o que é isso? É a nossa consciência nos mostrando que nossas lacunas ainda estão lá abertas do mesmo jeito de antes e que temos de nos esforçar em outro sentido.
 
Até agora só falei de nossas características, não tracei nenhuma proposta de solução dos problemas. Não vou fazer isto! Embora os problemas sejam genéricos a solução é sempre individual pois cada um reage de uma forma única. A solução de um não serve para o outro. Mas temos um grande aliado nesta situação toda: A VIDA! Tenham certeza de que a vida tem tentado nos tirar do buraco desde que o buraco era apenas uma fissura. Se até hoje não saímos deste buraco é porque não nos convencemos de que é hora. Aí a vida se esforça e nos mostra outro caminho, nos impede algum movimento, nos diz claramente (e numa certeza muito grande) como devemos agir. Temos a liberdade de aceitar ou recusar esta grande oferta. Porém se recusarmos outras ofertas virão até chegar numa que será impossível de ser recusada.
 
É bom deixar claro que a vida dispõe de recursos infinitos para nos convencer. Inclua nestes recursos coisas como: dores, sofrimentos, surpresas, sustos, uniões, separações, etc.
 
Somos seres humanos carentes de um monte de coisas. É bom lembrarmos disto. Mas mais importante ainda é lembrar que outras pessoas também são seres humanos e também são carentes de outras (ou as mesmas) coisas.
 
Fazer ao outros aquilo que queremos que nos seja feito é a chave!
 
 

Fumaça e Fogo

terça-feira, março 16th, 2010
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Onde há fumaça há fogo, já dizia o velho ditado popular…
 
As vezes eu fico pensando nestes ditados populares e tentando aplicá-los na atualidade e em diferentes situações. Com este não foi diferente.
 
Basta determinarmos o que é fumaça e logo saberemos o que é o fogo e quais as suas consequências diretas e indiretas.
 
Quando nos acontece alguma coisa ruim sempre identificamos algumas coisas que precederam o acontecido como que nos avisando o que estava por vir. Era a fumaça que não demos a devida atenção.
 
O curioso é que quando identificamos a fumaça agimos de forma preventiva e o fogo não acontece. Alguém desavisado até pode dizer: Tanto movimento para nada! Mas o movimento é justamente para isto, para nada acontecer. Não temos de agir apenas quando algo de ruim acontece. A isto eu chamo de irresponsabilidade (quando não tem um nome um pouco pior).
 
A hora de agir nós escolhemos. Só temos de cuidar para não estar em nenhum dos extremos, pois num extremo está o total descaso que vê a fumaça densa e nada faz até ver as chamas consumindo aquilo que temos de precioso e no outro extremo está o cuidado exagerado onde basta uma leve brisa e já confundimos com um incêndio de grandes proporções.
 
Sempre vale a pena agir antes que qualquer coisa ruim aconteça, mas nunca vale a pena sofrer para isto.
 
Reconhecer o momento da ação é uma arte que aprenderemos somente com a experiência, ou seja, teremos de agir para aprender. Iremos errar, mas iremos aprender.
 

Meu Aprendizado

segunda-feira, março 8th, 2010
Aprendizado

É tão difícil relatar com precisão tudo o que eu já aprendi…
 
Mas tem algumas coisas que posso dizer pois são os ensinamentos que me norteiam no momento. É óbvio que com o passar do tempo outras coisas irão me nortear porque eu terei vivenciado outras experiências.
 
Aprendi que:
  • Não importa o quanto tentemos agradar, sempre desagradaremos alguém. Sempre haverá alguém que não gostará nem um pouquinho daquilo que somos ou de como vivemos nossa vida. Sempre haverá alguém que terá um imenso prazer em discordar de tudo o que falarmos ou fizermos. Tenho de saber lidar com isto!
  • Sempre vou decepcionar alguém. Venhamos e convenhamos: Não sou perfeito e, com isto, cometo erros. Acredito que o verdadeiro erro seja de quem acha que sou perfeito, mas não vou entrar neste "detalhe". Todas as vezes que alguém me coloca num pedestal (e olhe que eu nunca pedi para estar num lugar destes) vai me tirar de lá para o lixo assim que eu cometer o primeiro erro e sem me dar sequer o direito de argumentar em meu favor. Curiosamente a mesma pessoa que me viu como Deus se torna meu Juri, meu Juiz e Carrasco num piscar de olhos.
  • Nunca sei tudo. Por mais que eu estude e por mais que eu aprenda tenho de ter a certeza que sempre há o que aprender. Já me surpreendi com coisas que aprendi vindo dos lugares (ou pessoas) que nunca imaginei que pudesse me ensinar e é exatamente por isto que eu sempre estou aberto para aprender.
  • Por mais atencioso que eu seja vou sempre encontrar pessoas que acharão que eu deveria ser mais ainda. Pessoas que irão pensar que eu deveria dar mais atenção ou que me exigirão coisas das quais não sou capaz de dar (ou de fazer). Isto com certeza me ensina a não fazer o mesmo com as pessoas que eu gosto.
  • Minha felicidade não pode depender de coisa alguma ou de pessoa alguma. Se minha felicidade depender de alguma coisa e esta coisa sumir, leva junto minha felicidade. Da mesma forma se eu vincular minha felicidade a alguém (somos seres individuais vivendo em bando). Posso até ser feliz com determinada coisa ou com alguém, mas não posso fazer disto uma dependência (senão é sinal que vou ter problemas no meu futuro).
  • Acima de tudo sou uma pessoa digna. Com isto não existem motivos fortes o suficiente para me fazer agir contra minha consciência. Não existem motivos que me façam fazer algo que eu possa me condenar no futuro. Eu disse que não existem motivos e não que eu estou imune de cometer erros. Se eu cometo erros estou consciente deles (são para mim uma forma de traçar o caminho do acerto).
  • Posso sonhar (e isto me faz bem) mas tenho de ter os pés no chão. Sonhos são uma coisa e realidade é outra bem diferente. Posso até traçar planos para que meus sonhos se concretizem, mas tenho de lembrar que tudo está no campo das hipóteses. Ou seja, pode ou não dar certo.
  • Se eu planejar há uma grande chance de ser auxiliado em meus intentos (quando bons). Sendo assim, planejo minha vida para que eu não tenha surpresas desagradáveis (planejamentos são diferentes de sonhos). Só  tenho de tomar cuidado para que meus planos de ser feliz não esbarrem numa coisa simples: A infelicidade dos outros. Ser feliz pisando em alguém é algo que (definitivamente) não é bom.
  • Não vou conseguir mudar ninguém. Tenho de, no máximo, colocar minha opinião. Mas as mudanças alheias não sou eu quem faz. Ainda bem que é assim, pois isto significa que as minhas mudanças sou eu quem faço independente do que os outros pensam ou queiram.
  • Não sou fraco por não dar a última palavra num debate qualquer. Muitas vezes o silêncio é sinal de força (mesmo que ninguém reconheça isto).
  • A razão não precisa de defesa. Não preciso provar para ninguém que estou certo porque se eu estiver errado as provas contra mim surgirão aos montes.
  • Confiança é algo muito difícil de ser conquistada, mas é muito fácil de ser perdida. Portanto eu tenho de ser cuidadoso com meus atos e palavras.
  • Botar a boca no trombone pode me causar alívio nas minhas dores emocionais, mas eu tenho de ser comedido para não ofender ninguém.
  • A verdade é algo muito bom, mas eu tenho de dosar a verdade sobre as pessoas para não ferir ninguém e para não agir com crueldade.
  • Viver reclamando da vida pode ser muito bom para desabafar, mas causa um mal estar em quem nos ouve. Então é bom tomar cuidado em meus desabafos.
  • Devo ser para os outros exatamente aquilo que queremos que os outros sejam para mim. Mas acima de tudo devo respeitar as limitações alheias quando isto não acontecer.
  • Falar da vida alheia nos faz pessoas rudes e não conseguimos (por causa disto) ter respeito de ninguém.
  • A maioria das pessoas age de forma errada e insensata. Então ser como a maioria não é ser bom. Bom mesmo é ser diferente, mesmo que isto seja motivo de piada para os outros. Honestidade e idoneidade não deve ser, para mim, motivo de vergonha.
É claro que tudo isto que escrevi não é tudo o que eu aprendi, mas é (como eu disse) parte das coisas que me norteiam neste mundo.
 
 
Escrever e pontuar isto é bom para mim para que eu sempre lembre. Façam o mesmo! O que vocês aprenderam até o presente momento? 

Vamos Errar?

segunda-feira, março 1st, 2010
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Convite estranho, não? Com certeza muita gente ao ouvir este tipo de convite saindo de mim vai achar que desta vez eu mereça ser internado num hospital psiquiátrico (na verdade tem gente que acha isto faz tempo, só falta oportunidade mesmo)!
 
Mas eu tenho falado muito sobre o erro. O erro tem se tornado um verdadeiro bicho papão em todos os segmentos.
 
Tenho ouvido sempre a frase: EU NÃO POSSO ERRAR! E tenho sempre respondido com outra frase: VOCÊ NÃO SÓ PODE COMO TEM O DIREITO DE ERRAR!
 
Não só podemos errar como o erro irá (mesmo que não queiramos) nos colocar no caminho do acerto.
 
Nós vamos cometer vários erros. E vamos cometer os erros piores e seremos reincidentes neles por várias e várias vezes. Vamos cometer erros conscientes do que estamos fazendo. E eu sempre vou achar isto maravilhoso! A maravilha que eu vejo nisto classifico em dois ítens:
1. Evolução. Até bem pouco tempo errávamos inconscientemente e achando que estávamos certos. Hoje sabemos que é errado (embora ainda não tenhamos forças para evitar o erro). Estão vendo a evolução?
2. Cada vez que eu erro eu me modifico. Mesmo que a mudança seja praticamente invisível "a olho nu", mas eu mudo! Vou cometer o mesmo erro num outro tempo, mas com certeza não serei exatamente a mesma pessoa de antes e não serei a mesma pessoa de agora depois que eu levantar do erro cometido.
 
Sempre que eu me martirizo por um erro cometido saio carregando alguns sentimentos bem desagradáveis:
– Desesperança. Mato todas as esperanças de que eu posso um dia ser melhor.
– Inferioridade. Por ter errado vou me considerar o pior dos seres humanos. O mais fraco. Aquele que não consegue vencer nem a si mesmo (como se este fosse o menor dos adversários).
– Depressão. Por me considerar inferior e por não ter esperanças numa situação melhor para mim alimento a "certeza" de que nunca as coisas irão mudar. Aí vem uma coisa bem ruim que é a depressão. Vou me considerar um peso para minha família e para a sociedade. Tudo isto porque eu não consigo evitar de errar.
 
Em momento algum eu disse que devemos ficar felizes porque erramos. Só disse que não devemos ficar tristes. O que eu quero dizer é que quando acontece um erro é um marco no tempo e quando nos recuperamos deste erro (levantamos a cabeça para voltar olhar a vida) é outro marco no tempo. O ideal é que estes dois marcos estejam o mais próximos possíveis para que não percamos tempo no remorso que nada faz de útil para ninguém.
 
Devemos mapear os nossos erros. Isto é nos conhecer. Não significa que não cometeremos o mesmo erro apenas pelo simples fato de saber que o mesmo existe. Mas teremos uma base (espero que extensa) de conhecimento sobre nós mesmos. Nos conhecer é a chave de qualquer sucesso. Sócrates (filósofo grego que viveu cerca de 400 anos antes de Cristo) disse uma frase que marcou a humanidade: CONHECE-TE A TI MESMO! Quanto mais o tempo passa mais necessidade temos de nos conhecer.
 
Uma coisa paradoxal é: Quanto mais eu erro mais eu aprendo sobre o erro e menos chance tenho de errar.
 
Vamos nos permitir errar sim, mas mais importante que errar é aprender com o erro.