Archive for maio, 2010

Meias Palavras

domingo, maio 30th, 2010
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Aquele que gostar de ouvir uma informação importante cortada ao meio ou truncada propositalmente que levante a mão! Aposto que não tem ninguém com a mão levantada!
 
Se queremos ser entendidos por quem nos ouve, nada melhor que uma frase dita com todas as letras (e mais algumas para precaver interpretação dúbia).
 
Eu entendo que existem informações que não podem ser passadas integralmente. Aí cabe o bom senso de deixar isto bem claro antes de falar. Mas dizer as coisas sem dizer só cria expectativas desnecessárias (e ninguém quer isto, certo?).
 
Passei boa parte de minha vida tratando tudo "preto no branco". Meu lema era: Se me disser SIM eu vou acreditar que é SIM. Portanto não me diga SIM querendo dizer NÃO porque eu vou entender SIM. Bem, o verbo está no passado. Meu lema continua sendo este mas considero informações que me chegam através de outras vias. Muito embora eu vá sempre agir pelo que ouvi como resposta (se eu ouvi um "SIM" nunca vou encará-lo como "NÃO" e vice-versa). O que mudou foi o meu tratamento com a pessoa que me fala "SIM" querendo dizer "NÃO".
 
O fato é que pessoas assim são difíceis de lidar porque nunca conseguiremos agradá-las. Nada vai estar suficientemente bom. Nada vai estar do seu agrado e teremos de nos esforçar no triplo para, no fim das contas, sermos criticados pelo resultado que atingimos.
 
Já me preocupei e gastei muito do meu tempo e esforço vivendo por algo que me disseram nas "entrelinhas" e que não posso considerar desta forma. Já tive de mudar o rumo de meus pensamentos em vários momentos por querer interpretar o que as pessoas estavam realmente querendo me dizer e nunca cheguei a qualquer solução plausível para isto.
 
Há algum tempo o meu proceder está (digamos) racional. Me diga uma coisa e eu acredito nela e a considero como sendo o que realmente quer me dizer (nada mais, nada menos). Simples assim. O resto que eu perceber por outras vias fica no campo do "pago pra ver, mas não me movimento".
 
Estou feliz assim e acredito que outras pessoas poderiam ficar também se considerasse a vida assim. Confesso que a vida passou a ficar mais simples de ser vivida. É preto? Então é preto! É branco? Então é branco! Pronto! Simples! Nada de ter de ficar analisando o rosto, o timbre da voz, os gestos, as palavras utilizadas, etc. O som que chegou aos meus ouvidos é o que eu devo entender e pronto! Se chegou algo truncado ou eu ignoro ou pergunto do que se trata (depende de meu interesse na questão).
 
Sim, isto pode parecer grosseria de minha parte, mas acreditem: NÃO É! É só uma forma que adotei para não sofrer e para viver com simplicidade. A vida, por si só, já é muito complicada e pra que eu tenho de complicá-la ainda mais???
 

Importância

domingo, maio 30th, 2010
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Qual é a importância que damos às coisas? É a importância do tamanho de nosso interesse por ela. Isto faz uma coisa mais valiosa do que as outras e molda o quanto dedicamos mais a uma coisa do que a outra. Mas isto não significa que não gostamos das coisas menos valiosas, pois também tem o seu grau de importância (senão não existiriam para nós).
 
Por que coloco este assunto? É simples. Muitas vezes dedicamos um tempo grande para algo que nos brilha os olhos e isto é uma coisa de momento, pois certamente mais tarde outra coisa irá nos fazer brilhar os olhos num outro sentido ainda mais tentador. E aquilo que nos era importante num momento no outro deixa de ter toda a importância para dar lugar ao que surgiu de novo em nossa vida.
 
Estou exagerando? Não acredito que esteja. Analise sua vida para comprovar. Analise os presentes que ganhou num Natal (ou aniversário) e coloque numa balança a importância que tiveram no momento que ganhou e a importância que tinham no outro Natal (ou aniversário). Olhe que estou colocando um ano de espaço entre um momento e outro, sendo que na prática este tempo costuma ser bem menor.
 
Não confunda importância com apreço, pois existem coisas que guardamos no coração embora sejam menos importantes que outras. Embora algo nos encha os olhos no momento existem coisas que não deixamos de lado.
 
O importante é valorizarmos aquilo que temos e curtir o momento com toda intensidade que nos for possível. Se amanhã aparecer algo mais importante ou que nos encha os olhos, iremos reavaliar todo o nosso inventário.
 

Ilusão

sábado, maio 22nd, 2010
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Este é mais um tema que eu tive de aprender na marra! Sabem aquelas coisas que ou aprendemos ou sofremos? Normalmente eu vou pelo caminho do sofrimento antes de me propor a aprender. E quando chego a escrever é porque o aprendizado está sendo consolidado… 
 
Estamos iludidos todas as vezes em que acreditamos em algo que sabemos que não será concretizado. Mas mesmo assim preferimos gastar o nosso tempo e energia nesta crença que não nos levará a lugar nenhum. Quando "a ficha cai" e vemos que o óbvio está acontecendo ficamos revoltados dizendo que fomos iludidos.
 
Na grande maioria das vezes (para não dizer em todas) que nos sentimos iludidos a pessoa que (supostamente) nos iludiu não fez nada com esta intenção, o que me leva a crer que a ilusão foi iniciada e alimentada por nós mesmos. Ficamos cegos para um fato e não damos ouvidos à razão.
 
O remédio para a ilusão eu já mencionei: A razão! Dar ouvidos a razão é um grande remédio para a ilusão. Mas cuidado na dose. Razão demais nos torna secos, ásperos e de difícil convivência. É só uma dose pequena de razão para dar conta de (e apenas de) vencer a ilusão e nos colocar no caminho oposto.
 
Eu andei pensando sobre como a ilusão é ilógica e até teci um exemplo (bobo mas bem didático):
Uma pessoa caminhando no deserto chega a beira de um oásis com uma água límpida e cristalina porém com uma placa dizendo que está envenenada (com alguns animais mortos próximo indicando que a inscrição é verdadeira). Ele pode ficar ali olhando para a água (iludindo-se) ou movimentar-se em busca de outra água que sirva para matar a sua sede (razão).
 
Seja lá o que fizermos de nossa vida não podemos culpar os outros de nos iludir porque o sentimento é nosso é nós somos os únicos responsáveis pelo seu nascimento, crescimento e fortalecimento.
 
Então, desça desta carruagem linda puxado por belos cavalos que eu te mostrarei que se trata apenas de uma bela abóbora com ratos…
 

Orgulho

sexta-feira, maio 14th, 2010
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Muita gente confunde este "estado d’alma" (digamos assim).
 
Alguns vêem o orgulho como algo que se deve ter para garantir algum sucesso. A boa notícia é que grande parte das pessoas conseguem enxergar a verdadeira face do orgulho que nada tem de bom.
 
Vou tentar dimensionar as coisas aqui e até traçar propostas para combatê-lo.
 
O dicionário tem uma definição interessante: Manifestação do alto apreço ou conceito em que alguém se tem.
 
Traduzindo para uma expressão muito usada na atualidade: É a pessoa que se acha! rsrs
 
Conviver com uma pessoa assim é muito ruim. O orgulhoso é sempre o dono da verdade (ninguém tem mais conhecimento do que ele), o melhor (acima dele só Deus), tem as melhores saídas, as melhores soluções, as melhores frases, etc, etc, etc…
 
Mas o orgulho se manifesta de maneira muito sutil na maioria das vezes. Quando está na forma explícita é fácil de combatê-lo. O problema que massacra a maioria da população é porque ele se mantém sutil e disfarçado sob "n" formas.
 
Por exemplo: A timidez pode ser uma das facetas do orgulho, onde o tímido não quer se colocar na posição de ser avaliado. Aquele que "não leva desaforo pra casa" é o mesmo que não admite calar enquanto o outro está desequilibrado, é o mesmo que não reconhece a superioridade do silêncio quando os ânimos estão exaltados. Ou seja, é a pessoa que se considera melhor portanto tem que emitir algo "acima" do que recebeu.
 
Um outro exemplo de orgulho (e que pega muita gente): Tente se lembrar quando foi a última vez que sorriu para um mendigo (se é que já fez isto alguma vez na vida). E não tem costume de fazer por quê? A resposta é simples (e é em forma de outra pergunta): O que as pessoas pensarão de mim? Ou, sendo mais jovial: Vai queimar o meu filme! É só eu que vejo o orgulho aí ou tem mais pessoas que vêem isto também?
 
Se fosse alguém trajando um terno e gravata (desde que não tenha uma Bíblia debaixo do braço, porque há uma discriminação com evangélicos também) não haveria problema algum.
 
Só mostrei os problemas (uma mínimo deles, pois a coisa é muito maior do que podemos imaginar) e para problemas existem soluções. Só devemos ter cuidado para a solução não virar outro problema.
 
Vamos lá.
 
De que adianta eu tentar lugar contra o egoísmo se sei que não vou conseguir vencer esta batalha?
 
Não. Não estou dizendo que temos de acomodar e deixar o orgulho tomar conta de vez. Mas eu associo o orgulho como aquele tumor que não pode ser tirado de imediato. Os médicos usam um artifício muito interessante: Cortam o suprimento de nutrientes que fazem com que ele evolua. Com a falta de nutrientes o tumor tende a morrer.
 
Podemos tratar o orgulho da mesma forma. Não iremos conseguir retirá-lo de nós de uma forma imediata. Mas podemos cortar suprimentos que o sustenta.
 
Podemos fazer pequenas modificações em nosso comportamento, aquelas modificações que damos conta de fazer, aquelas que não exigem um esforço muito grande, mas um esforço insignificante.
 
Podemos retirar de nós pequeninos defeitos que, com o tempo, o esforço em conter estes pequeninos defeitos passa a ser natural. Aí podemos dizer que não temos mais este pequenino defeito. Com isto podemos concentrar nossos esforços em outro pequenino defeito. Sempre iremos nos concentrar nos defeitos pequenos, nunca nos grandes. E aí observem a beleza da coisa:
Quanto mais vencemos nossos pequenos defeitos, mais nos fortalecemos.
Quanto mais nos fortalecemos o que antes era grande hoje é pequeno.
E se é pequeno podemos vencer (aquilo que antes era impossível).
 
É o combate ao orgulho que eu considero mais eficaz. Combatendo os sustentáculos do orgulho (sem atacá-lo diretamente) com certeza conseguiremos vencê-lo sem muita dificuldade.
 
Tenham em mente que se fizermos mudanças radicais a mudança não irá durar muito tempo. Então é melhor fazermos mudanças onde não nos cause um transtorno muito grande.
 
Mãos à obra. Temos um longo e árduo trabalho pela frente!

Este assunto não termina aqui. Há muito o que falar ainda! Outro dia volto neste mesmo assunto ampliando mais um pouco.
 

Exatidão

quinta-feira, maio 13th, 2010
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Bem, sou analista de sistemas e (portanto) prezo a exatidão, a frieza numérica.
 
Aprendi, ao longo de muitos anos, desprezar a subjetividade. Fazia questão de não prestar atenção quando as coisas não eram explícitas. Minha frase padrão era: Se quer me dizer alguma coisa, seja direto(a) pois não entendo indiretas.
 
Notem que o verbo que usei é o passado. Mas não é um passado tão passado assim, pois ainda não consegui desvencilhar disto totalmente.
 
Atualmente entendo muita coisa dita nas entrelinhas, mas não tudo.
 
Na verdade entender as entrelinhas em sempre entendi só que nunca considerava as coisas ditas indiretamente. Hoje alguma coisa eu já considero.
 
Devo esta mudança a duas grandes amigas que me estimularam este lado.
 
Reconheço que ainda há muito chão para ser percorrido, portanto, me permito atuar pela razão (principalmente quando estou inseguro).
 
Mas o motivo deste texto é mostrar que a exatidão de informações e de atitudes é sempre benéfica. O "talvez" é algo horrível de lidar. Querem exemplos?
– Você vai ao cinema amanhã?
– Talvez!  (resposta indefinida, é a mesma coisa que não abrir a boca)
 
– O salário será depositado hoje?
– NÃO!  (Ótimo! Mesmo que seja uma resposta desagradável é uma resposta)
 
– Você virá a minha casa neste fim de semana?
– Ainda não tenho resposta!  (Ótimo novamente. Deu uma resposta conclusiva adiando a resposta definitiva, mas não ficou em cima do muro)
 
É disso que estou dizendo! Sermos exatos em tudo! Se tem uma resposta diga logo, não fique enrolando. Se não tem reposta, diga que não tem e (se possível) mostre suas intenções e dúvidas.
 
Ficar em cima do muro é ser inexato. É ser complicado consigo mesmo (inicialmente).
 
É importante sermos claros para não sermos mal entendidos e, assim, gerarmos falsas esperanças e passarmos uma idéia errônea sobre aquilo que fomos questionados.
 
Quantos problemas poderiam ser evitados se fossemos mais exatos…
 

Incompreensão

quarta-feira, maio 12th, 2010
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Nem sempre somos compreendidos e eu ainda não sei porque me espanto com isto.
 
Na verdade eu não quero deixar de me espantar, afinal de contas eu não posso viver tentando ser o que não sou. Sou eu e se as pessoas não me compreendem vou esforçar para ser compreendido, mas sempre há um ponto do qual não vou conseguir ultrapassar.
 
Se eu fosse ter algum problema existencial cada vez que não fosse compreendido meu lugar seria num belo quarto acolchoado com uma pequena janelinha bem no alto e estaria usando uma camisa bem legal (daquelas que não nos deixa as mãos livres para movimentar).
 
Já que eu não vou pirar porque não fui compreendido então tenho de me virar e tentar remediar a coisa da maneira que me for possível.
 
Já pedi desculpas a uma grande amiga (acho que a ofendi sem querer), ontem pedi desculpas a outra amiga (sei lá se ofendi, mas por via das dúvidas…). E assim vou!
 
Estou meio elétrico devido a acontecimentos no trabalho que me exigiu pensar e agir com certa rapidez. Então talvez (eu disse TALVEZ) seja este o motivo de minha incompreensão. Penso numa coisa mas o pensamento se mistura a outra, e a mais outra, e a mais outra. Na hora de sair sai uma mistureba disto tudo e aí não posso culpar as pessoas de não me entenderem.
 
Vai melhorar. Estou certo disto (pelo menos é o que eu desejo)!
 
Enquanto isto, vou dizer uma coisa muito importante a todos que estão lendo aqui:
alsjdfl kasjdf lkas jdfla ksdjf asoiduf oqeru qweg asjhf sdjfy owie roiw laksdhfalsdfu oais.
 
Entenderam? Pois bem! É isso!
rsrsrs
 

Insegurança

terça-feira, maio 4th, 2010
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A insegurança é um péssimo sentimento pois nos coloca numa posição frágil, incerta e com aquela terrível sensação de cachorro que caiu do caminhão de mudança.
 
Sempre temos reações de proteção em momentos de insegurança. Sempre iremos procurar um terreno seguro onde sabemos onde estamos pisando para, a partir daí, tomarmos outras atitudes.
 
É o princípio do ensino Pestaloziano: Partir do conhecido para o desconhecido. Se estamos inseguros é porque o terreno não nos é conhecido. A solução mais prática (e automática) é procurar um terreno conhecido para nos servir de referência e só então nos aventurar onde não conhecemos muito bem, sempre mantendo a vista o lado que temos segurança. É como se disséssemos: Se alguma coisa der errado eu vou para este lado!
 
Ninguém pode nos responsabilizar (ia usar o verbo "culpar", mas aprendi que "culpa" é muito pesado) por agirmos em prol da nossa segurança num momento instável.
 
Nossas reações, nos momentos inseguros, variam do simples silêncio ao infinito. Dependendo da situação somos capazes de cometer crimes. Aliás, os animais atacam porque estão inseguros (é o instinto de defesa falando alto).
 
Falando em instinto, o que nos comanda durante uma situação insegura é o instinto de conservação que tenta, a todo custo, nos preservar de qualquer sofrimento.
 
Até agora eu apenas descrevi sobre a insegurança. Ou seja, não falei nada que a maioria já não saiba (e nem tenho pretensão contrária).
 
O meu intuito neste texto todo não é informar sobre a insegurança, mas alertar sobre algo muito mais importante: Sobre a insegurança que provocamos.
 
Algumas atitudes nossas podem provocar insegurança em outras pessoas. Acredito que a maioria (para não dizer todas) de nossas atitudes neste sentido ocorrem inconscientemente. Ou seja, sem que tenhamos vontade explícita de fazer.
 
O fato é que a insegurança dos que nos cercam nos incomoda, mas a maioria das vezes nem percebemos que nossas atitudes é que provocam esta insegurança que nos incomoda. Aí nos sentimos incomodados pela insegurança alheia, agimos repulsivamente, o que aumenta a insegurança no outro o que nos causa ainda mais incômodo. Isto tem um nome feio (e de curta duração): Círculo vicioso. É de curta duração porque raramente o inseguro fica assim por muito tempo. Com certeza vai achar onde se apoiar. E se este apoio lhe garantir mais segurança, todos nós sabemos o que acontece logo em seguida.
 
Todos os dias deparo com pessoas inseguras em várias situações. Sempre observo as atitudes daqueles que provocam a insegurança e as reações dos inseguros. Só posso dizer uma coisa: É TRISTE!
 
O que quer que queira fazer, faça logo de uma vez. Não deixe ninguém em cima do muro! O alto do muro não é um lugar bom para ficar!
 

Síndrome do Mestre dos Magos

domingo, maio 2nd, 2010
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Se você já assistiu o desenho animado chamado "Caverna do Dragão" aposto como já ficou com vontade de espancar o personagem Mestre dos Magos pelo sumiço dele nos momentos cruciais.
 
Ele aparece antes e depois de tudo acontecer, mas durante os acontecimentos ele simplesmente deixa seus "pupilos" na mão.
 
Tá! Mas o que isto tem a ver com a realidade? TUDO!!!!
 
Eu tenho uma grande repulsa por pessoas que simplesmente desaparecem na hora em que mais precisamos delas.
 
Apesar de entender o comportamento destas pessoas eu não gosto desta atitude e procuro sempre me afastar delas.
 
Você tem uma amizade? Então zele por esta amizade, porque se tudo ruir e você tiver amigos com certeza não estará só. Sempre terá alguém ao seu lado para te apoiar.
 
Não há nada pior do que contar com alguém (para coisas simples mesmo) e este alguém simplesmente não cumpre com o papel de amigo.
 
Temos de considerar que o erro pode ser nosso, por considerar alguém que não nos considera na mesma medida. Neste caso é o momento de avaliar o nosso envolvimento com alguém que não nos dá importância. Mas a grande maioria é por descuido mesmo. Ou seja, o afastamento não é proposital.
 
Embora o meu comportamento padrão seja o de me afastar destas pessoas, tenho consciência que estou agindo errado. O correto é continuar sendo eu mesmo para que a pessoa se sinta estimulada a agir diferente do seu "normal".
 
Adotei um posicionamento que inclusive foi tema de minha frase no meu perfil do Orkut: "Estou sempre presente para quem me procura". Traduzindo: Nunca deixo de dar atenção a quem me procura.
 
Resumindo tudo: Quer um amigo? Seja amigo! Quer atenção? Dê atenção! Quer apoio? Dê apoio!