Archive for julho, 2010

Cadê a Referência?

quinta-feira, julho 29th, 2010
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As vezes eu ouço pessoas dizendo que precisam ser perfeitas! Imediatamente eu pergunto: Quem é a sua referência de pessoa perfeita? Porque dizer que temos de ser perfeitos (em qualquer quesito) é bem fácil, mas achar alguém em quem espelhar (neste sentido) é mais complicado.

 
Se eu quiser ser um pai perfeito eu não posso ser igual meu pai pois ele é imperfeito e (como todo mundo) cometeu falhas. Então como eu poderei ser perfeito se não sei o que é ser perfeito?
 
Pronto. Com dois pequenos parágrafos eu coloquei quem pensa assim encurralado!
 
Tenho de ser o mais perfeito que eu consiguir ser e nada mais! Eu não tenho de me exigir perfeição absoluta porque realmente não vou conseguir. Eu tenho de ser tão bom quanto eu mesmo e não quanto os outros.
 
Isto não quer dizer que não iremos fazer comparações (é impossível não fazer), mas que as comparações não sejam feitas procurando diminuir as pessoas ou para buscar alguém em quem espelhar. Nunca conseguiremos ser iguais a outra pessoa (por mais que tentemos).
 
Achar alguém que nos sirva de referência é muito perigoso, pois esta pessoa não é pBerfeita e aí quando ela errar (porque vai!) iremos ficar decepcionados e a nossa referência vai cair. Isto é sempre desastroso porque o primeiro pensamento que vem é: Se o Fulano (que é meu referencial) pode fazer isto eu também posso!
 
O ideal é sempre haver esforço de nossa parte. A acomodação é inimiga da perfeição que tanto procuramos. Esforçar significa observar a nós mesmos e ao nosso redor para avaliar o que podemos mudar em nosso próprio benefício.
 
Buscar motivos para sofrermos sempre me parece ilógico mas é o caminho que sempre procuramos… Vamos mudar isto?
 
 

Cadê a Referência?

quinta-feira, julho 29th, 2010
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As vezes eu ouço pessoas dizendo que precisam ser perfeitas! Imediatamente eu pergunto: Quem é a sua referência de pessoa perfeita? Porque dizer que temos de ser perfeitos (em qualquer quesito) é bem fácil, mas achar alguém em quem espelhar (neste sentido) é mais complicado.

 
Se eu quiser ser um pai perfeito eu não posso ser igual meu pai pois ele é imperfeito e (como todo mundo) cometeu falhas. Então como eu poderei ser perfeito se não sei o que é ser perfeito?
 
Pronto. Com dois pequenos parágrafos eu coloquei quem pensa assim encurralado!
 
Tenho de ser o mais perfeito que eu consiguir ser e nada mais! Eu não tenho de me exigir perfeição absoluta porque realmente não vou conseguir. Eu tenho de ser tão bom quanto eu mesmo e não quanto os outros.
 
Isto não quer dizer que não iremos fazer comparações (é impossível não fazer), mas que as comparações não sejam feitas procurando diminuir as pessoas ou para buscar alguém em quem espelhar. Nunca conseguiremos ser iguais a outra pessoa (por mais que tentemos).
 
Achar alguém que nos sirva de referência é muito perigoso, pois esta pessoa não é pBerfeita e aí quando ela errar (porque vai!) iremos ficar decepcionados e a nossa referência vai cair. Isto é sempre desastroso porque o primeiro pensamento que vem é: Se o Fulano (que é meu referencial) pode fazer isto eu também posso!
 
O ideal é sempre haver esforço de nossa parte. A acomodação é inimiga da perfeição que tanto procuramos. Esforçar significa observar a nós mesmos e ao nosso redor para avaliar o que podemos mudar em nosso próprio benefício.
 
Buscar motivos para sofrermos sempre me parece ilógico mas é o caminho que sempre procuramos… Vamos mudar isto?
 
 

Cadê a Referência?

quinta-feira, julho 29th, 2010
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As vezes eu ouço pessoas dizendo que precisam ser perfeitas! Imediatamente eu pergunto: Quem é a sua referência de pessoa perfeita? Porque dizer que temos de ser perfeitos (em qualquer quesito) é bem fácil, mas achar alguém em quem espelhar (neste sentido) é mais complicado.

 
Se eu quiser ser um pai perfeito eu não posso ser igual meu pai pois ele é imperfeito e (como todo mundo) cometeu falhas. Então como eu poderei ser perfeito se não sei o que é ser perfeito?
 
Pronto. Com dois pequenos parágrafos eu coloquei quem pensa assim encurralado!
 
Tenho de ser o mais perfeito que eu consiguir ser e nada mais! Eu não tenho de me exigir perfeição absoluta porque realmente não vou conseguir. Eu tenho de ser tão bom quanto eu mesmo e não quanto os outros.
 
Isto não quer dizer que não iremos fazer comparações (é impossível não fazer), mas que as comparações não sejam feitas procurando diminuir as pessoas ou para buscar alguém em quem espelhar. Nunca conseguiremos ser iguais a outra pessoa (por mais que tentemos).
 
Achar alguém que nos sirva de referência é muito perigoso, pois esta pessoa não é pBerfeita e aí quando ela errar (porque vai!) iremos ficar decepcionados e a nossa referência vai cair. Isto é sempre desastroso porque o primeiro pensamento que vem é: Se o Fulano (que é meu referencial) pode fazer isto eu também posso!
 
O ideal é sempre haver esforço de nossa parte. A acomodação é inimiga da perfeição que tanto procuramos. Esforçar significa observar a nós mesmos e ao nosso redor para avaliar o que podemos mudar em nosso próprio benefício.
 
Buscar motivos para sofrermos sempre me parece ilógico mas é o caminho que sempre procuramos… Vamos mudar isto?
 
 

Tramas do Destino

terça-feira, julho 27th, 2010
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Com certeza todo mundo já teve pelo menos um acontecimento que exclamou: Parece que tudo contribuiu para que isto acontecesse!
 
Sabem aquelas coisas que dão tudo certo? Mas tudo, nos mínimos detalhes, até aquela "perda" de tempo que consideramos absurda e errônea foi um fator primordial para que tudo acontecesse na hora certa.
 
Não é raro sermos surpreendidos por situações assim.
 
A vida é uma trama indescritível. Somos compelidos sempre à felicidade. Quando nos recusamos a trilhar um caminho outro surge e um novo caminho é traçado para que retornemos à nossa rota rumo ao objetivo primário (funciona tipo um GPS, rs).
 
Quando nos desviamos do caminho uma rota de retorno é traçada, muias vezes esta rota não é das melhores devido a forma e o ponto em que desviamos do caminho, mas ela existe e tudo contribui para isto. Paulo Coelho tem uma frase que traduz isto: "Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo". Não que eu concorde 100% com esta frase, mas não está de todo errada.
 
Temos alguns objetivos bem delineados. A forma como atingiremos estes objetivos depende de nós mesmos. O ideal é sempre atingí-los pois há situações em que nos desviamos tanto que o retorno se torna impossível.
 
Mas o fato é que todos os acontecimentos (pelo menos os principais acontecimentos) estão encadeados como uma longa corrente que nos une ao nosso objetivo. E isto envolve "n" outras pessoas de nosso convívio. Se pararmos para observar seremos capazes de definir com exatidão tudo o que estou dizendo aqui. Se não fosse aquele congestionamento, não chegaríamos atrasados e o chegar atrasado foi a peça fundamental para que determinada situação acontecesse e este acontecimento é o que nos colocou para pensar. Este pensamento resultou numa conclusão brilhante sobre um problema existencial. Fomos parte de uma trama (o alvo principal, eu diria) para sermos felizes. E se (seguindo o exemplo que dei) eu não chegasse àquela conclusão brilhante? Simples, viria outro acontecimento que nos faria pensar ainda mais e veríamos uma ligação clara entre um acontecimento e o outro, entre um pensamento (tido anteriormente) e o outro.
 
O que eu quero com tudo isto? Estimular a observação! Observe a sua própria vida nos mínimos detalhes. As vezes até a descoberta desta trama seja parte de uma outra trama ainda maior (entre a nossa posição atual e o nosso objetivo primário podem haver "n" objetivos secundários, portanto concluir alguma coisa pode ser apenas parte de um objetivo maior ainda)!
 
Vamos facilitar as coisas para vida (e para nós mesmos) agindo corretamente e observando qual é o objetivo de tudo. Mesmo que não encontremos qual é o objetivo mas só o fato de saber que existe um objetivo já nos coloca em posição de alerta.
 

A Verdade

quinta-feira, julho 15th, 2010
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Ah, a verdade! Quem a possui?
 
A resposta para uma pergunta como esta é simples: Todos!
 
Não existe ninguém que não tenha um pedaço da verdade. Assim como não existe ninguém que a possua de forma absoluta.
 
A minha verdade é aquilo que eu acredito. Isto para mim é verdade e só serve para mim. Uma outra pessoa com quem eu tenha extrema afinidade pode até adotar a minha verdade, mas com certeza fará modificações personalizando-a segundo suas crenças e sua forma de encarar a vida.
 
Não existe nada mais irritante do que alguém querendo fazer com que adotemos a verdade alheia como se fosse nossa. Eu chamo isto de desrespeito.
 
Não temos o direito de dizer que o nosso ponto de vista está certo e o dos outros errado em se tratando de princípios de vida. Eu acredito de uma forma, outra pessoa acredita de outra. Quem está certo? Ambos! Pois ambos tem formas diferentes de encarar a mesma situação.
 
Temos de tirar daqui os fatos que resultam em malefícios aos outros. Ou seja, quando infringimos a lei (humana e/ou consciencial) estamos errados e nós mesmos sabemos disto. Me refiro ao fato de opinarmos sobre uma determinada situação. A nossa opinião é a expressão da verdade para nós mesmos. E manteremos assim até que tenhamos contato com outro ponto de vista que se mostre (para nós) melhor. Aí o adotaremos com a nossa verdade e, ainda assim, iremos modificá-lo para ter a nossa cara.
 
O nosso erro está em recriminar ou mesmo considerar erradas opiniões diferentes da nossa. Não temos este direito! Podemos, no máximo, expor o nosso ponto de vista sem imposições para que as pessoas que nos ouvem possam avaliá-lo e (se for do interesse delas) adotarem-no (ou não).
 
Eu fico observando profitentes de determinadas religiões degladiando entre si por causa de interpretações de textos bíblicos. Isto eu acho o cúmulo do absurdo. Cada um pensa de uma forma e temos de respeitar se quisermos ser respeitados.
 
O que mais me chama atenção é ver pessoas com o discurso que todos precisam respeitar a sua forma de pensar mas que na hora de fazer o mesmo falham feio. Todos nós temos o direito de pensar do jeito que quisermos. Assim como eu tenho este direito todas as outras pessoas também têm. O único direito que eu não tenho é de tentar tirar este direito dos outros empurrando-lhes as minhas verdades.
 

A Corrida dos Ratos

terça-feira, julho 13th, 2010
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"Você já observou um rato dentro de uma daquelas gaiolas que giram enquanto ele corre dentro dela?
 
Se você observar a vida das pessoas de instrução média, trabalhadoras, você verá uma trajetória semelhante. A criança nasce e vai para a escola. Os pais se orgulham porque o filho se destaca, tira notas boas ou altas e consegue entrar na universidade. O filho se forma, talvez faça uma pós-graduação, e então faz exatamente o que estava determinado: procura um emprego ou segue uma carreira segura e tranqüila. Encontra esse emprego, quem sabe de médico ou de advogado, ou entra para as Forças Armadas ou para o serviço público. Geralmente, o filho começa a ganhar dinheiro, chega um monte de cartões de crédito e começam as compras, se é que já não tinham começado.
 
Com dinheiro para torrar, o filho vai aos mesmos lugares aonde vão os jovens, conhece alguém, namora , às vezes, casa. A vida é então maravilhosa porque atualmente marido e mulher trabalham. Dois salários são uma benção. Eles se sentem bem-sucedidos, seu futuro é brilhante, e eles decidem comprar uma casa, um carro, uma televisão, tirar férias e ter filhos. O desejo se concretiza. A necessidade de dinheiro é imensa. O feliz casal concluiu que suas carreiras são da maior importância e começam a trabalhar ainda mais arduamente, tornam-se funcionários melhores. Voltam a estudar para obter especialização e ganhar mais dinheiro. Talvez arrumem mais um emprego. Suas rendas crescem, mas a alíquota do imposto de renda, o imposto predial da casa maior, as contribuições para a Seguridade Social e outros impostos também crescem. Eles olham para aquele contracheque alto e se perguntam para onde todo esse dinheiro vai. Aplicam em alguns fundos ! mútuos e pagam cinco ou seis anos e é necessário poupar não só para os aumentos das mensalidades escolares, mas também para a velhice.
 
O feliz casal, nascido há 35 anos, está agora preso na armadilha da Corrida dos Ratos pelo resto de seus dias.
 
Eles trabalham para os donos da empresa, para o governo, quando pagam os impostos, e para o banco, quando pagam cartões e hipoteca.
 
Você já notou que há uma porção de contadores que não ficam ricos? E gerentes de banco, e advogados, e corretores de valores e corretores imobiliários? Eles sabem muita coisa, e em geral são inteligentes, mas a maioria não é rica. E como nossa escolas não ensinam o que os ricos conhecem, seguimos os conselhos dessas pessoas. Mas um dia, você esta dirigindo na estrada, preso no engarrafamento enquanto tenta chegar ao escritório e olha para o lado e vê seu contador preso no mesmo engarrafamento. Você olha o outro lado e vê seu gerente de banco. Isso deveria dizer-lhe alguma coisa.
 
Uma das razões pelas quais os ricos ficam cada vez mais ricos, os pobres, mais pobres e a classe média luta com as dívidas é que o assunto dinheiro não é ensinado nem em casa nem na escola.
 
O dinheiro não é ensinado nas escolas. As escolas se concentram em habilidades acadêmicas e profissionais mas não nas habilidades financeiras. Isso explica porque médicos, gerentes de banco e contadores inteligentes que tiveram ótimas notas quando estudantes terão problemas financeiros durante toda a vida."
 
 
Extraído de "Pai Rico Pai Pobre" – Robert Kyiosaki, Sharon Lechter.
 

Duas Alternativas

terça-feira, julho 6th, 2010
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Em toda situação que nos acontece sempre temos duas alternativas (muitas pessoas colocam mais alternativas, mas eu considero apenas duas):
1. Fazer o que todo mundo faz
2. Fazer diferente
 
A primeira alternativa é sempre a mais comum e é sempre a que nos vem à mente primeiro. Alguém nos bate, nós revidamos. Esta é a primeira alternativa e é o que todo mundo espera que façamos. Mas existe a segunda alternativa que é fazer o que ninguém espera que façamos, ou fazer o incomum.
 
Ao sermos ofendidos o normal é respondermos a ofensa com outra maior ainda para que a pessoa não tenha resposta e fique calada. Isto é o normal, isto é o comum. Mas há algo melhor a ser feito. Ao sermos ofendidos podemos nos calar e deixar que a pessoa fale o que ela quiser pelo tempo que quiser e não revidar. Quem levou a melhor? Se você acha que o melhor é sempre aquele que demonstra força saiba que é preciso muito mais força para calar do que para ofender.
 
Um amigo contou uma história que lhe aconteceu e que me fez ficar pensando: Ele foi ofendido por um cliente pelo telefone. A sua resposta foi que ligaria mais tarde porque a pessoa que ele conhecia era educado e gentil então com certeza ele estava passando por um momento difícil. Pronto! Foi o suficiente para desarmar a pessoa que lhe pediu desculpas e confidenciou a situação difícil que estava vivendo na vida pessoal.
 
Ao contar esta mesma história para outra pessoa tive como resposta a seguinte frase: Isto é muito legal mas ainda não consigo fazer! Concordo, mas não precisamos colocar as coisas desta forma, senão parece que é algo impossível de ser feito.
 
O que me chama atenção é que estamos num mundo onde a desonestidade é o que vemos de mais comum. Então agir como a maioria é agir na contramão do correto. Devemos sempre fazer algo diferente do que a maioria faz.
 
Você que está lendo este texto neste momento tem duas alternativas:
1. Ignorar tudo o que leu
2. Observar para ser diferente em alguma coisa
 
A decisão (como sempre) é sua!