Archive for agosto, 2012

Amizade

terça-feira, agosto 14th, 2012

 

Já mensurou o valor de um amigo?

Se ainda fez isto, faça agora (antes tarde do que nunca).

Tirando aqueles que são chamados de ermitões (que vivem isolados de tudo e de todos, tendo contato apenas com animais), nós somos sustentados por aquelas pessoas a quem chamamos de amigos.

Esqueça parentes, esqueça amores, esqueça filhos, esqueça todos. Observe apenas os amigos. Somos, literalmente falando, sustentados por eles.

O valor de um amigo? Eu considero como o valor de uma viga de sustentação de um grande edifício. Construímos nossa vida apoiados neles. Quando um falha como amigo, logo surge outro para ocupar seu lugar.

O meu objetivo aqui é ressaltar a importância de uma amizade para que nunca desprezemos um amigo ou alguém que tenha a menor possibilidade de ser um amigo.

Amizade é igual uma planta. Necessita ser adubado na fase inicial. Colocado em terreno fértil, ou seja, termos a mente predisposta a aceitar alguém como amigo, relevando defeitos (que todos temos) e ressaltando qualidades (que todos também temos). Esta é a fase inicial. Depois desta fase, que eu considero de empolgação pela nova pessoa que entrou na nossa vida, vem a fase do crescimento. A amizade cresce, a pessoa ganha nossa confiança. Então este passa a ser um insumo para fortalecer a amizade. E caso a pessoa faça bom uso da confiança que nela depositamos, a árvore da amizade fica forte e resistente.

Agora vem a fase da manutenção. Confiança ganha, bons sentimentos trocados, ajuda mútua em várias situações, etc. A vida entra na rotina (não tenho absolutamente nada contra a rotina, muito pelo contrário, sou adepto dela… é papo para outro texto… rsrs), então só temos de manter a amizade. Temos de regar sempre com a água da atenção, colocar adubo especial de carinho… Esta árvore, por mais frondosa que seja, é derrubada com um único golpe do machado da quebra de confiança. Quando isto acontece a amizade fica, para sempre, comprometida. Pode até ser (e em vários casos isto acontece) que a árvore volte a crescer, porém, a marca do machado está lá e não vai sair.

A amizade (sentimento) é sempre comparo com uma árvore. Já o amigo eu sempre comparo como um pilar de sustentação. Temos muitos. Alguns com um peso maior do que outros, mas cada um faz o seu papel na sustentação e equilíbrio de nossa vida. Abandonar um amigo é retirar um pilar destes. O amigo abandonado muito provavelmente substitui quem abandonou por outro e acaba ficando sem prejuízo. Já quem abandona raramente toma ciência disto até que seja tarde demais. E aí passa a contar com alguém que não existe.

A parte difícil e complicada é que quem tem a característica de abandonar, cedo ou tarde, acaba sozinho. E aí tem de refazer todo o caminho cultivando novas amizades (as antigas já se foram), reerguendo e se refazendo. Neste ponto é bom que a perda dos antigos amigos tenha servido de lição (preciosa lição) para que não aconteça novamente.

O valor de um amigo? Muito alto, na minha opinião. Alto a ponto de não haver dinheiro que pague ou situação que me faça desistir. Só desisto de quem desistiu, mas nunca impedi ninguém de voltar (mesmo que as coisas jamais andem como antes).

Valorizem quem vocês gostam. Vale a pena! Vale a pena cultivar uma boa amizade. Vale a pena ser amigo!

Novas Escolhas

terça-feira, agosto 14th, 2012

 

Nossa vida é feita de escolhas. Sempre nos deparamos com bifurcações, sempre temos de escolher um caminho e desprezar os outros. E quando escolhemos o caminho errado, decidimos voltar (mais uma escolha) e seguir por outro caminho.

As nossas escolhas produzem (sempre) reações. Estas reações são produzidas em tudo que nos circunda. Estas pessoas são sensibilizadas pelas modificações que escolhemos para a nossa vida.

Nós escolhemos tudo. A maioria das conseguências negativas das nossas escolhas acontecem sem o nosso prévio conhecimento (planejamento), mas acontecem.

O fato que eu quero ressaltar é que as pessoas e coisas ao nosso redor se modificam de acordo com nossas escolhas. Decimos algo e esta decisão modifica a vida que acontece ao nosso redor. Isto é inevitável.

Agora imaginem isto acontecem a todo momento com todos que conhecemos… Alguém tem uma palavra diferente de “caos” para definir isto? Mas o que me chama atenção de verdade são as decisões das quais insistimos em não pensar em suas consequências. Algumas pessoas cometem o absurdo de dizer: Se eu pensar não faço! Aí tomam a decisão que, mais tarde, transforma-se num problema e reclamam dizendo não ter sorte na vida…

Nossas escolhas são somente nossas. Nós decidimos tudo em nossa vida. Por mais que sejamos influenciados ou pressionados, a decisão continua sendo nossa.

Nós temos uma responsabilidade imensa em cada decisão que tomamos. Especialmente aquelas em que as vidas ao nosso redor são visivelmente modificadas. Seremos responsáveis pelo andar da vida destas pessoas, por mais que tenhamos nossas crenças de merecimentos individuais, nossa consciência sempre é implacável em nos mostrar os erros que cometemos.

É bom lembrar sempre desta responsabilidade, pois no início do texto eu disse que podemos voltar e decidir novamente. Mas não são todos os casos em que isto é possível. Na verdade as decisões que nos foram apresentadas na primeira vez jamais se repetirão. Uma vez que escolhemos qualquer coisa, já adquirimos conhecimento e experiência. Se voltamos atrás, nada é como antes. Então, as mudanças que imputamos são irreversíveis… Espero, sinceramente, que isto seja lembrado antes de qualquer decisão…

Pensar antes de agir! Eis a fórmula mágica para minimizar os efeitos negativos. Bom senso é a chave.

Escolheu errado? Assuma! Corrija! Volte atrás! Tente novamente até acertar!

O apoio para não cair mediante uma decisão errada se chama “amigos”.