Archive for junho, 2014

30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo

quinta-feira, junho 26th, 2014

sabotagem

 

01. Pare de perder tempo com as pessoas erradas

A vida é muito curta para perder tempo com pessoas que sugam a sua alegria para fora de você. Se alguém quer você em sua vida, eles vão criar espaço para você. Você não deveria ter que lutar por um lugar. Nunca, jamais insista em aparecer diante de alguém que subestima o seu valor. E lembre-se, seus verdadeiros amigos não são as pessoas que estão ao seu lado quando você está vivendo seus melhores dias, mas sim aqueles que permanecem mesmo nos piores momentos.

 

02. Pare de fugir dos seus problemas

Encare-os de frente. Não, não vai ser fácil. Não há ninguém no mundo capaz de sair ileso de cada pancada que leve. Não é esperado que estejamos aptos a imediatamente resolver quaisquer problemas. Simplesmente não somos feitos desta forma. Na verdade, somos feitos para nos irritarmos, nos entristecermos, nos machucarmos, tropeçarmos e cairmos. E é por isto ser a razão mesma de viver – encarar problemas, aprender, se adaptar, e resolvê-los ao longo do tempo. Isso é o que efetivamente nos molda na pessoa que nos tornamos.

 

03. Pare de mentir para si mesmo

Você pode mentir para qualquer outra pessoa no mundo, mas você não consegue mentir para si mesmo. Nossas vidas melhoram apenas quando arriscamos encarar as oportunidades, e a primeira e mais difícil oportunidade que podemos encarar é sermos honestos conosco mesmos.

 

04. Pare de colocar as suas necessidades em segundo plano

A coisa mais dolorosa é perder-se de si mesmo no processo de “amar” alguém demais, e esquecer de que você é especial, também. Sim, ajude aos outros; Mas ajude-se também. Se existe um momento para correr atrás de sua paixão e fazer algo que realmente importa para você mesmo,este momento é agora.

 

05. Pare de tentar ser alguém que você não é

Um dos maiores desafios na vida é ser você mesmo em um mundo que tenta fazê-lo igual a todos os outros. Alguém sempre vai ser mais bonito, alguém sempre será mais esperto, alguém sempre será mais jovem, mas eles jamais serão você. Não mude para que os outros passem a gostar de você. Seja você mesmo e as pessoas certas vão amar quem você é de verdade.

 

06. Pare de se apegar ao passado

Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se você continua relendo o anterior.

 

07. Pare de ter medo de cometer erros

Fazer algo e falhar é ao menos dez vezes mais produtivo do que não fazer nada. Todo sucesso deixa uma trilha de falhas atrás de si, e cada falha é um passo rumo ao sucesso. Você acaba se arrependendo muito mais das coisas que NÃO fez, do que daquelas que fez.

 

08. Pare de se reprender por velhos tropeços

Nós podemos amar a pessoa errada e chorar sobre as coisas erradas, mas não importa o quão erradas as coisas se tornem, uma coisa é certa, os enganos nos ajudam encontrar a pessoa e as coisas que são certas para nós. Todos cometemos enganos, temos tropeços e mesmo nos arrependemos das coisas em nosso passado. Mas você não é seus enganos, nem seus tropeços, e você está aqui AGORA com o poder de definir o seu dia e o seu futuro. Toda e cada coisa que aconteceu na sua vida está te preparando para um momento que ainda virá.

 

09. Pare de tentar comprar felicidade

Muitas das coisas que desejamos são caras. Mas a verdade é que, as coisas que realmente nos satisfazem, são totalmente grátis – amor, risadas e trabalhar naquilo que nos apaixona.

 

10. Pare de procurar a felicidade exclusivamente nos outros

Se você não está feliz com quem você é por dentro, você tampouco será feliz em um relacionamento de longo prazo com quem quer que seja. Você precisa criar estabilidade na própria vida em primeiro lugar, antes que possa compartilhá-la com mais alguém.

 

11. Pare de ficar ocioso

Não pense demais ou você criará um problema que nem existia, para começar. Avalie as situações e tome ações decisivas. Você não pode mudar o que se recusa a encarar. Progredir envolve assumir riscos. Ponto! Você não pode andar até a segunda base e manter o seu pé ainda na primeira.

 

12. Pare de pensar que você não está pronto

Ninguém realmente se sente 100% pronto quando uma oportunidade aparece. E isto acontece porque as mais grandiosas oportunidades na vida nos forçam a crescer além das nossas zonas de conforto, o que significa que não estaremos totalmente confortáveis, no início.

 

13. Pare de se envolver em relacionamentos pelas razões erradas

Relacionamentos devem ser escolhidos com sabedoria. É melhor estar só do que em má companhia. Não há necessidade de pressa. Se alguma coisa deve ser, ela acontecerá – no seu tempo certo, com a pessoa certa e pela melhor das razões. Se apaixone quando estiver pronto, não quando estiver solitário.

 

14. Pare de rejeitar novas relações por que as antigas não funcionaram

Na vida você perceberá que existe um propósito em conhecer cada pessoa que você conhece. Alguns testarão você, outros te usarão, e outros te ensinarão. Mas, o que é mais importante, alguns despertarão o que há de melhor em você.

 

15. Pare de tentar competir com todo mundo

Não se preocupe com o que os outros fazem melhor do que você. Concentre-se em bater os seus próprios recordes todos os dias. O sucesso é uma batalha travada apenas entre VOCÊ e VOCÊ MESMO.

 

16. Pare de ter inveja dos outros

A inveja é a arte de contar as bençãos alheias, ao invés das próprias. Se pergunte o seguinte: “O que é que eu tenho que todas as outras pessoas desejam?”

 

17. Pare de reclamar e sentir pena de si mesmo

As “bolas com efeito” da vida são jogadas por um motivo – para mudar o seu caminho numa direção que se destina a você. Você pode não ver ou entender tudo no momento em que isto acontece, e pode ser difícil. Mas pense naquelas “bolas curvas” negativas que foram jogadas para você no passado. Você frequentemente perceberá que no final elas te levaram a melhores lugares, pessoas, estados de espírito, ou situações. Então sorria! Deixe todos saberem que hoje você é mais forte do que era ontem, e então você será.

 

18. Pare de guardar rancor

Não viva a sua vida com ódio no coração. Você acabará machucando a si próprio muito mais do que as pessoas que você odeia. Perdoar não é dizer “o que você fez de errado comigo não tem importância”, é dizer “eu não vou permitir que o que você fez comigo seja a ruína eterna da minha felicidade”. Perdoar é a resposta… desapegue, encontre paz e liberte-se! E lembre-se, o perdão não é apenas para as outras pessoas, é para si mesmo também. E você deve perdoar-se, seguir em frente e tentar fazer melhor na próxima vez.

 

19. Pare de deixar os outros te rebaixarem ao nível deles

Recuse-se em baixar os seus padrões de qualidade para acomodar aqueles que se recusam a elevar os deles.

 

20. Pare de perder tempo se explicando aos outros

De toda forma, seus amigos não precisam e seus inimigos não vão acreditar. Apenas faça o que seu coração aponta como o caminho certo.

 

21. Pare de fazer as mesmas coisas de novo e de novo sem uma pausa

A hora certa de respirar profundamente é quando você não tem tempo pra isso. Se você continuar insistindo no que está fazendo, você vai continuar obtendo o mesmo resultado. Às vezes, você precisa se distanciar um pouco para ver as coisas mais claramente.

 

22. Pare de negligenciar a beleza dos pequenos momentos

Aproveite as pequenas coisas, pois um dia você pode olhar para trás e descobrir que elas eram as grandes coisas. A melhor porção da sua vida será composta dos pequenos e inomináveis momentos que você passa sorrindo junto de alguém importante pra você.

 

23. Pare de tentar alcançar a perfeição

O mundo real não recompensa o perfeccionismo, ele recompensa as pessoas que conseguem fazer as coisas.

 

24. Pare de seguir o caminho do menor esforço

A vida não é fácil, especialmente quando você planeja alcançar algo de valor. Não pegue o caminho mais fácil. Faça algo extraordinário.

 

25. Pare de agir como se tudo estivesse bem, quando não está

É perfeitamente normal desmoronar por um breve período. Você nem sempre precisa fingir que é o mais forte, nem constantemente tentar provar que tudo está indo bem. Você tampouco deveria se preocupar com o que os outros pensam – chore se precisar – é saudável colocar suas lágrimas para fora. Quanto mais cedo você o fizer, mais cedo você estará apto a sorrir genuinamente de novo.

 

26. Pare de culpar os outros pelos seus próprios problemas

A dimensão com que você conseguirá realizar seus sonhos depende da dimensão com que você assume responsabilidade pela própria vida. Quando você culpa os outros pelo que você está passando, você nega responsabilidade – você dá aos outros poder sobre aquela parte da sua vida.

 

27. Pare de tentar ser tudo para todos

Alcançar isto é impossível, e tentar apenas te levará ao esgotamento. Mas fazer uma pessoa sorrir PODE mudar o mundo. Talvez não todo o mundo, mas o mundo dela. Então estreite o seu foco.

 

28. Pare de se preocupar demais

A preocupação não removerá os obstáculos do amanhã, mas removerá as delícias do dia de hoje. Um modo de verificar se algo vale o esforço de super ponderar a respeito é se fazer a seguinte pergunta: “Isso importará daqui a um ano? Três anos? Cinco anos?”. Se não, então não é nada que valha o esforço de preocupar-se.

 

29. Pare de focar naquilo que você não quer que aconteça

Foque naquilo que você quer que aconteça. Pensamento positivo está na dianteira de todo grande história de sucesso. Se você acordar toda manhã com o pensamento de que algo maravilhoso acontecerá na sua vida hoje, e você prestar muita atenção, você com frequência descobrirá que tem razão.

 

30. Pare de ser ingrato

Não importa o quão bom ou o quão ruins as coisas estejam, acorde todo dia grato pela sua vida. Alguém em algum lugar está desesperadamente lutando pela própria vida. Ao invés de pensar naquilo que falta, tente pensar em tudo aquilo que você já tem e que quase todo mundo sente falta.

 

 

 

Fonte: http://www.marcandangel.com/

30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo

Emoções

segunda-feira, junho 23rd, 2014

emocoes

 

É interessante a forma como as pessoas lidam com emoções novas.

Não vou me referir a ninguém, apenas a mim mesmo porque sei que não sou muito diferente da maioria das pessoas. Então qualquer semelhança é mera coincidência (ou não… rsrsrs).

Vamos levando nossa vida de forma tranquila e sossegada. Claro que o “tranquila e sossegada” é apenas figurativo, pois, apesar das atribulações e aborrecimentos está dentro do nosso controle. E num dado momento algo de diferente acontece e nos deixa com aquele ar de surpresa.

Sabem com o que eu comparo? Comparo com um caminho de formigas. Elas demarcam o caminho (sabe-se lá Deus como) e todas andam na mesma trilha sem correr o risco de se perderem. Aí alguma coisa faz com que uma pedrinha fique no caminho. Para um olhar lógico, nenhum empecilho. É só dar a volta e retomar a trilha. Mas as formigas ficam meio que perdidas até encontrarem novamente a trilha. Nós, com a nossa lógica impecável, analisamos: Estamos numa linha reta. Apareceu um obstáculo? Simples, vou circundá-lo e retomar o meu caminho. Isto é perfeito!

Mas quando se trata de nosso íntimo, agimos como as formigas. Ficamos severamente perdidos, sem ação, imaginando uma forma de retomarmos o nosso caminho seguro. Jamais pensamos em construir um novo caminho, apenas em seguir o que já está moldado. Como se o nosso futuro nunca fosse sofrer qualquer alteração.

Eu falo de emoções novas porque o que nos atinge na razão é fácil de administrar. A razão é algo como uma “receita de bolo”. Tem toda uma linha de raciocínio e que podemos pensar claramente. A emoção é diferente. Ultrapassa as fronteiras da razão e nos faz atingir níveis irracionais de comportamento e pensamento.

O descontrole é apenas por nos tirar da nossa “zona de conforto”. Nós ficamos acostumados com a rotina que qualquer coisa fora dela nos assusta. Nos assusta o fato de termos de mudar alguma coisa para ajustarmos nossa a vida a uma nova realidade e esta realidade, por ser desconhecida, nos provoca medo.

Solução pra isto? Não existe! Nunca achei que diria isto um dia, mas é verdade. Não existe algo que possa ser dito que vá sanar este problema de imediato. Não adianta dizer: “É só deixar a razão no controle”. A razão nunca entra no controle nesta situação. A emoção sempre controla e sempre dita as regras.

Isto é correto? Não sei. Não sei o que é correto. O que é correto pra mim pode não ser para outra pessoa (e vice-versa). O importante é não se violentar. Viver de forma que consigamos conviver conosco mesmos.

Eu sou um defensor de novas emoções. Pareceu que eu era contrário a viver novas emoções, não é? Mas não, sou totalmente a favor. Temos de experimentar novas emoções sim e traçar novos rumos para nossa vida, sempre que possível.

Aprendi que se a nossa vida está tranquila de ser vivida é sinal que algo precisa ser mudado. Apertar algum “parafuso” para não deixar nada frouxo demais.

Vamos viver! E sem medo de refazer nossa vida, em qualquer tempo que seja!

O Mau Humorado

terça-feira, junho 10th, 2014

 

Eu sou um observador nato do comportamento humano. Faço isto porque realmente gosto (e até admiro alguns destes comportamentos).

Seria interessante se prestássemos atenção em alguns pontos de nossa vida, para que não incomodarmos (ou incomodar menos) as pessoas a nossa volta.

Vou me ater uma característica negativa que venho percebendo em algumas pessoas. Para exemplificar vou contar o caso do José. Uma pessoa, no mínimo, interessante.

O José trabalha muito, afinal tem uma família para sustentar. O cara é a irritação em pessoa. Nada, mas absolutamente nada, que existe na face da Terra (exceto a mulher e os filhos) estão bons. Se vamos num restaurante, o atendimento é ruim, a comida é ruim, o trajeto até chegar lá foi ruim, o dia está quente (ou frio, ou chuvoso), o estacionamento foi ruim, a comida foi cara, a sobremesa não estava boa, não tinha o refrigerante norueguês que ele gosta, o suco estava ruim e o caixa ainda errou no troco. Na opinião dele tudo isto aconteceu, mas só na opinião dele, porque as outras pessoas estão lá alegres e satisfeitas.

No trabalho é interessante. Alguém pede ao José para fazer alguma coisa, aí começa a reclamação de que ele está cheio de trabalho, que não vai ter tempo, que é complicado, que é arriscado fazer, que não tem autorização, que não existe documentação, que vai demorar muito, que não suporta ver tanto trabalho junto… Quando fica pronto (normalmente em um décimo do tempo que ele disse que ficaria), o trabalho é entregue e a partir daí ele não admite nenhum ajuste no mesmo. Se alguém cria coragem para pedir algum ajuste (sim, é preciso ter coragem pra fazer isto), ele vai questionar a necessidade, reclamar que não tem tempo, reclamar que ele fez conforme foi solicitado, dizer que não pode ficar alterando, dizer que as pessoas que solicitam os serviços não sabem o que querem, dizer que ele não pode ficar parando o que está fazendo para atender este tipo de coisa.

O José no trânsito é uma coisa que eu acho surreal. Somente ele dirige bem, todos os outros motoristas do planeta dirigem mal. Ele sempre sabe o que está fazendo no trânsito e os outros são considerados animais atrás do volante.

Um detalhe, o José existe, não é um personagem de ficção. A única coisa que fiz foi mudar o nome.

Mas por que estou falando do José? É só um exemplo. Um exemplo do que não devemos fazer no nosso dia a dia. A situação está ruim? Engole e não reclama. Ninguém tem nada a ver com isso. Se você é destes que costuma reclamar de tudo, faça um teste para saber como isto é chato. O teste é bem simples: Grave 15 minutos de suas reclamações e em seguida ouça-as, com um fone de ouvido (por favor), repetidamente durante aproximadamente uma hora. Sim, as mesmas coisas, ouça durante uma hora. Tenho certeza que você vai se achar bem chato. É exatamente isto que as pessoas que o circundam pensam de você (e muitas vezes não tem coragem de te contar isto).

Se você faz este tipo, note que algumas pessoas legais pararam de se relacionar com você (e você nunca soube exatamente o motivo).

É interessante porque pessoas assim perdem muita coisa na vida e nunca entendem o porquê. A perda só gera mais e mais reclamações, ao invés de uma reflexão para saber o que está realmente errado. Vira um círculo vicioso (quanto mais reclamo, mais perco e quanto mais perco mais reclamo).

Isto significa que nunca podemos reclamar de nada? Claro que não! É comum comentarmos um fato ou outro reclamando com alguém com quem temos alguma intimidade. Mas fazer disto um hábito é o mesmo que condenar esta amizade ao limbo!

Vamos abrir uma exceção para quem se oferece para ouvir suas reclamações. É alguém que já espera que você reclame mesmo, porque quer (de alguma forma) te ajudar. Desabafe o quanto puder e utilize bem o tempo que esta pessoa lhe deu para esta finalidade… Mas entenda que esta pessoa é, também, um ser humano como qualquer outro e embora possa ser tremendamente paciente, não vai te ver senão como uma pessoa que não sabe fazer outra coisa senão reclamar e acredita que a maioria dos seus problemas acontece justamente porque você vive reclamando (muitas vezes ele não tem coragem pra te falar isto).

Ok, você se encaixou como uma luva no perfil de pessoa que gosta de reclamar. O que fazer para mudar isto? Acredite, isto é como um vício. Reclamar virou vírgula nas suas frases e você nem se deu conta. Para mudar isto pode ser que seja necessário um tratamento drástico. Talvez seja necessário uma conversa com um psicólogo ou um psiquiatra. Se conhecer alguém que trabalhe com homeopatia ou florais, pode conseguir alguma coisa que acalme sua ansiedade diminuindo, assim, sua vontade de reclamar de tudo e de todos.

O importante é dar o primeiro passo, reconhecendo-se como alguém que tem o costume de reclamar de tudo e de todos. A partir disto a solução corre junto, basta termos força de vontade.

Mecânica do Amor

quinta-feira, junho 5th, 2014

Mecânica do Amor

 

Em todas as ocasiões da minha vida, me peguei devotando amor por alguém ou por alguma coisa.

O amor é um sentimento interessante. Não conseguimos mensurar o tamanho dele. Não existem parâmetros que podem ser utilizados para comparar ou dizer que um é maior do que o outro.

Eu não posso dizer que amo mais ou amo menos. É claro que existem graus de importância que cada pessoa tem na minha vida, com isto geram sentimentos diferentes. São diferentes formas de amar. Como exemplo, posso dizer que não tenho como comparar o amor que tenho a meus filhos com nenhum outro amor. Mas todos eles são importantes.

Não tenho como dizer como acontece na vida das pessoas. Sei como acontece na minha vida e isto é relativamente fácil de explicar. O amor é um sentimento que brota do nada. Com exceção do amor filial e familiar (que é nato), os outros existem todo um processo, que é comum.

Eu analiso todos que se aproximam de mim. Existem pessoas que me cativam na primeira instância, por demonstrar valores que eu considero essenciais para um relacionamento amigável. Estes valores são baseados em (tão simplesmente) respeito. Haja o que houver, o respeito tem de estar presente. A partir disto tem outros valores que eu vou observando, pois já foi levantado o interesse inicial. Havendo reciprocidade, a pessoa passa a ter acesso a algumas coisas de minha intimidade, já começo a contar alguns casos (corriqueiros) de foro íntimo, sem muita intensidade.

Bem, o fato é que o sentimento maior acontece quando eu vejo valores admiráveis, qualidades que as vezes eu nem tenho. Aí sim eu já passo a fazer questão de ter a pessoa por perto.

Em raros casos, eu posso chamar este sentimento de amor. O sentimento é único, não há outro nome para dar, não existe outra forma de considerar. A partir desta definição eu trabalho minha razão para verificar se este sentimento pode ou não ser colocado pra fora. A razão é sempre implacável neste aspecto. Existem pessoas que, apesar de ter eu tido este sentimento, minha razão censurou. E os motivos são os mais diversos. Mas quando a razão censura, acontece uma briga interna, pois o sentimento quer ser colocado pra fora, e para que isto aconteça é necessária a assinatura da razão. Caso a razão não aprove, o sentimento fica preso. O problema do sentimento preso é que, como todo prisioneiro, tende a retrair em si mesmo. Se a prisão é perpétua, ele logo morre (e a razão comemora esta morte).

Por várias vezes a razão teve de atuar como policial, juiz e carrasco (ao mesmo tempo). Em algumas vezes o sentimento logo reconheceu que a razão estava correta e ficou sereno, sem forçar a barra para querer a liberdade. Em outras vezes a briga é feia (e com argumentos muito válidos, tão válidos que quase convencem a razão).

Tanto anseio do sentimento não é a toa, ele tem ânsia de se mostrar, tem vontade de mostrar toda a intensidade que tem e está contida pela maldita razão. A força deste sentimento é imensa, só que adormecida com um poderoso calmante.

Cada vez que o sentimento percebe que a razão aprovou uma pessoa, já arruma suas malas achando que vai ser liberado para sair.

Atualmente a razão está cantando músicas de ninar para o sentimento, para ver se ele dorme mais rápido e deixa de incomodar querendo forçar a saída.

Coloquei a razão como um pequeno vilão e o sentimento como a eterna vítima. O que não é bem uma verdade. O sentimento fica no peito e a razão no alto da cabeça. A hierarquia está bem clara. A razão tem a visão do ser como um todo e o sentimento tem a visão do momento. Os impedimentos que a razão alerta tem um fundamento, um embasamento que não podem ser ignorados (apesar disto acontecer com frequência. Já tivemos provas que o sentimento não é muito em governar. Temos que dar o seu devido crédito e acatar suas recomendações.

O que poucos sabem é que a razão é, na verdade, o protetor do sentimento. Guarda o sentimento como quem guarda uma criança dos perigos desconhecidos. Assim como um pai zeloso, primeiro investiga, analisa, pondera, observa. Somente depois de uma avaliação criteriosa é que libera (ou não) o sentimento para agir. Só que na saída, tece uma lista de recomendações indicando a intensidade que pode chegar para não se machucar.

Vamos prosseguindo, deixando a razão com a chave do calabouço muito bem guardada (ninguém entra e ninguém sai), até descobrir que o terreno lá fora é seguro o suficiente.

Riqueza Camuflada

quinta-feira, junho 5th, 2014

Carvão x Diamante

 

Depois de um tempo sentindo, percebendo e vivendo passamos a colecionar experiências. Estas experiências não são transferíveis, por mais que quiséssemos que fossem.

Escolhemos como viver e estas escolhas geram responsabilidades. O assumir destas responsabilidades é que nos garante a nossa vivência e nos enche de material para que saibamos passar pelos mesmos problemas sem sofrer (ou com um mínimo de sofrimento).

Boas ou más escolhas, sempre seremos agraciados pelas experiências que elas geram. E é justamente aí que os conceitos de boa ou má caem por terra, já que não importa qual opção assumida. Qualquer coisa que firzermos irá, impreterivelmente, gerar conhecimento futuro. Claro que queremos acertar sempre, mas esquecemos que aprendemos muito mais com os erros do que com os acertos.

O ontem já passou e o amanhã nem chegou ainda. Isto constitui a premissa para qualquer realização isenta de preocupações que tanto nos atrapalham nossa jornada. Obviamente o passado nos coloca no caminho (é nele que estão nossa biblioteca de consulta), e o futuro é o nosso norte (sem olhar para o futuro, somos considerados inconsequentes). Mas tanto o passado quanto o futuro não podem determinar nossas atitudes positivas no presente. Não somos tão eficazes assim para prever problemas futuros (é comum imaginarmos que teremos um caminhão de problemas e, simplesmente, nada acontecer), então é bom relaxarmos com a vida e deixar para resolver apenas (e tão somente) os problemas que apareceram. Nem mais, nem menos.

Raramente consideramos as pessoas que estão a nossa volta na hora que os nossos problemas batem na nossa porta. Ficamos tão acostumados a olhar para o próprio umbigo que esquecemos dos outros, esquecemos que tem um mundo a nossa volta. Esquecemos, inclusive, que existem pessoas preocupadas conosco e que podem (perfeitamente) nos ajudar a vencer uma crise momentânea. Mas nos fechamos, criamos barreiras, criamos verdadeiras armaduras para nos proteger de um perigo que (sinceramente) não existe, nunca existiu e nem nunca existirá.

Amanhã tudo passa, tudo se resolve e, muitas vezes, com um mínimo de atitude de nossa parte. Quando passa um tempo maior, olhamos para tras e até ficamos surpresos como um problema tão pequeno foi capaz de nos derrubar. Não há como não pensar isto e até isto é explicável, pois qualquer um que não esteja vivendo o calor do problema e que não seja afetado pelo mesmo é capaz de enxergar coisas óbvias. Com o tempo tudo se resolve. Se não agirmos no presente a solução pode não ser a mais confortável. Se agirmos podemos ter uma solução em menos tempo e de forma (relativamente) controlada.

 

Este texto foi uma homenagem a uma pessoa especial, que, com pouco tempo conseguiu mostrar que tem uma enorme e rara riqueza que a tornam única. Acho que só falta ela acreditar nisto tanto quanto eu…

Receita da Felicidade

quarta-feira, junho 4th, 2014

Felicidade

Há muito tempo as pessoas procuram uma fórmula mágica para serem felizes. Procuram por uma varinha de condão que, com um simples gesto, a felicidade invade o corpo do seu alvo de uma forma rápida e duradoura (eterna).

A má notícia é que isto não existe! A boa notícia é que mesmo assim é possível sermos felizes.

Felicidade é sempre fruto de conquista, então, não é bom esperarmos que nos seja dada de mão beijada na hora que quisermos. Até existem situações que nos deixam, rapidamente, felizes sem fazer nenhum esforço. O problema é que tudo que vem fácil, vai fácil. Atributos não conquistados não criam raízes, com isto na primeira dificuldade ela é arrancada e jogada pra longe. Quando a mesma é conquista com esforços, o esforço é o alicerce necessário para que a felicidade permaneça.

É interessante quando lidamos com o tema felicidade. O que nos torna felizes hoje pode ser a causa da infelicidade amanhã. Nossa visão é deturpada pela nossa inferioridade de sentimentos e intelectualidade. Hoje enxergamos algo como sinônimo de felicidade, quando conseguimos esta condição, podemos ver que a realidade não condiz com nossas esperanças que alimentávamos anteriormente. Resultado disto: Adeus felicidade! Neste momento, como num piscar de olhos, traçamos outra rota que irá (aparentemente) nos deixar felizes, e então rumamos para este caminho.

O que fazer para sermos felizes? Primeiramente entender o que é felicidade. Sem entender não tem como sermos felizes.

Felicidade é um estado de espírito. Podemos ver isto facilmente porque o que me faz feliz pode não fazer outras pessoas igualmente felizes. Então não é algo concreto, que podemos acondicionar num lugar. É um estado de espírito. Sendo um estado de espírito e levando em consideração que estamos em constante mutação, o que chamamos de felicidade também estará em constante mutação, visto que nossos ideais e objetivos de vida se modificam a cada dia que passa.

Entendido o que é felicidade? Agora é partir para traçar metas. Metas para que sejamos felizes no fim das contas.

Se acham que vou enumerar aqui itens, ou um passo a passo, para sermos felizes, estão “ligeiramente” enganados. A única coisa que podemos fazer (genericamente falando) que sempre garantirá nossa felicidade futura é manter a consciência tranquila com relação a tudo e a todos. De resto, não tem como dizer, não tem como traçar um roteiro certo para que todos que lerem sejam felizes (ah se fosse tão fácil assim…).

É sempre bom ter em mente o seguinte: Minha felicidade de hoje certamente pode ser que não seja a minha felicidade de amanhã, tenho de estar disposto a mudar meus parâmetros e meus objetivos.