Limites

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Falar de limites é sempre uma tarefa meio complicada… Qual o seu limite? A resposta não pode ser dada numa única frase. Tem que ter todo um contexto para ser corretamente respondida.
 
Para entender melhor isto vamos analisar crianças.
 
Se olharmos crianças poderemos entender o que se passa conosco.
 
As crianças precisam ser limitadas pois estão na fase de aprendizagem. Não conhecem até onde podem ir e sempre irão testar estes limites. Irão fazer coisas erradas e irão repetir o mesmo erro sob as mais diversas formas. Irão testar se há alguma forma de fazer aquilo que os pais lhe disseram ser errado (e que na maioria das vezes eles gostam) para ver se não são reprovados.
 
Uma criança sem limite fatalmente será um adulto problemático. Se você ama seu filho(a) demonstre o seu amor dando-lhe limites em suas atitudes. Não deixe fazer o que bem quiser e entender. Mostre o erro sem martirizar.
 
Agora é a nossa vez. A boa notícia é que já crescemos e, com isto, nossos limites são mais amplos. A má notícia é que nós mesmos que teremos de nos impor limites (e as vezes isto não é muito eficaz).
 
Trate seu limite baseado no limite dos outros. É como se fossem delimitações territoriais. A fronteira delimita o território de dois países. O limite de minhas ações não pode infringir o limite dos outros.
 
Não dá para imaginar as barbaridades que podemos fazer quando não temos limites.
 
E não se iluda, pois os limites estão em todos os nossos comportamentos. Exemplo: Temos de ter limites para falar (se você falar o que vier à mente vai sofrer consequências desagradáveis), limite para divertir (a vida não é ume brincadeira), limite para sonhar (sonhos são bons mas sonhar demais nos faz viver no mundo da fantasia), limite para o trabalho (trabalhar demais nos faz perder prazeres simples na vida) e assim vai.
 
Tudo existe limite e precisamos estar atentos para nos limitar. O poder está conosco mas a responsabilidade de utilizá-lo também.

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