Dores

Dores

Este é um texto grande (enorme, pra ser sincero), mas acho que vale a pena lê-lo todo.

Não é de minha autoria, eu apenas adaptei com algumas particularidades.

Vamos lá!

Sempre que sentimos dores ou estamos doentes podemos temos de avaliar o que esta dor (ou doença) quer nos transmitir em termos de conhecimento para modificar nossa vida.

O que quero dizer é que tudo o que nos acontece fisicamente tem um respaldo na nossa forma de conduzir a vida.

A psicologia tem algum estudo a respeito que eu acho fantástico.

Vamos a duas definições básicas:
1. Toda doença é uma tentativa de cura.
2. A doença nos torna autênticos/sinceros/honestos.

A doença é um estado que indica que a pessoa deixou de estar em ordem ou em harmonia ao nível da sua consciência. Essa perda do equilíbrio interno manifesta-se no corpo como sintoma. O sintoma é um sinal portador de informação. A sua aparição interrompe o ritmo da nossa vida e nos obriga a ficar atentos a ele. O sintoma informa-nos de que algo falta.

A doença ataca sempre nos ataca em nosso seu lado mais vulnerável. Uma dor de dentes, uma gripe ou uma diarréia bastam para converter qualquer campeão arrogante num pobre coitado.

Um sintoma teoricamente é uma partícula de sombra que se introduziu na matéria. Através do sintoma aquilo que falta ao indivíduo “aparece”.

A pessoa julga sempre ser apenas aquilo com que se identifica – apenas como ela se vê. Se uma pessoa se nega a assumir conscientemente um princípio, este introduz-se no corpo e manifesta-se sob a forma de sintoma. O indivíduo passa, assim, a não ter outro remédio senão assumir o princípio rejeitado.

Se o nosso corpo é o espelho da nossa alma; ele revela aquilo que somos incapaz de reconhecer. A doença sempre ataca pelo nosso lado mais vulnerável.

Então, a função do sintoma é corrigir um desequilíbrio: o hiperativo é forçado a descansar, o irrequieto é forçado à imobilização, o comunicador compulsivo é obrigado a silenciar-se… etc.

“Basta uma dor de dentes, uma gripe ou uma diarréia é quanto basta para converter qualquer campeão arrogante num pobre coitado”

A RESPIRAÇÃO COMO ASSIMILAÇÃO DA VIDA

A respiração impede que o Ser Humano se isole do Todo, se feche e torne impenetrável a fronteira do seu Eu.

Portanto, a respiração tem algo que ver com o contato e relacionamento. E também liberdade e independência.

Contato e relacionamento: Tanto pulmão quanto a pele, estão relacionados com o contato. A pele com o contato direto (mais intenso, direto e submetido a nossa vontade)

Já o que ocorre através dos pulmões é indireto, mas obrigatório. Não podemos evitá-lo, nem quando uma pessoa nos inspire tanta antipatia que não a podemos “nem sentir seu cheiro”, nem quando a outra nos impressione tanto que nos deixa sem alento.

Liberdade e independência: Quando alguém tem dificuldade em respirar, pode ser indício de que ela tem medo de dar os primeiros passos no sentido da liberdade e da independência.

Também o sufoco que sentimos em situações de aperto, que pode ser uma ânsia de liberdade e de espaço.

Quando apresentamos doenças respiratórias as perguntas abaixo são interessantes:
1. O que é que me impede de respirar?
2. O que é que não quero admitir?
3. Com o que, ou quem, não desejo entrar em contato?
4. Estou com medo de quê? Qual passo temo dar?

Asma

O ataque de asma é sentido pela pessoa como um sufoco mortal: o doente procura desesperadamente inspirar e tem a respiração ofegante, o que dificulta também a expiração. No asmático coincidem vários aspectos:

1. Desequilíbrio entre tomar e dar

A perturbação do equilíbrio: os pólos tomar e dar devem estar em equilíbrio para criar um ritmo. A lei da evolução depende do equilíbrio interno: toda a acumulação impede a fluidez. No asmático, o fluxo respiratório é interrompido porque ele toma em demasia. Acontece então que é incapaz de dar, não podendo voltar a tomar aquilo que tanto quer.

Seja o que for que se deseje possuir – dinheiro, atenção, fama, sabedoria – é preciso sempre haver um equilíbrio entre o que se toma e o que se dá.

O asmático pode ser sedento de amor: deseja amor e por isso inspira tão profundamente. Mas tem dificuldade de amar: tem dificuldade em expirar.

2. O desejo de inibição

A contração asmática está ligada ao medo – com o medo de admitir certos aspectos da vida. O desejo de se fechar persiste no asmático até que ele alcance o seu ponto culminante na morte. A morte é a derradeira possibilidade de se fechar e de se isolar do que é vivo. (A este propósito afigura-se pertinente a seguinte observação: é possível enfurecer com facilidade um asmático dizendo-lhe que a sua asma não é perigosa e nunca lhe poderá causar a morte. É que para o asmático, o carácter maligno da sua doença é de grande importância!)

3. Desejo de domínio e insignificância

O asmático tem um grande desejo de dominar que ele próprio não reconhece e que, portanto, é transmitido ao corpo onde se pode manifestar através da soberba do asmático.

Esta soberba revela com nitidez a arrogância e megalomania que o doente cuidadosamente reprimiu na sua consciência.

O asmático serve-se dos sintomas para exercer o seu poder sobre o seu entorno. Os animais domésticos tem de ser eliminados, não pode haver indício de pó, é proibido fumar na sua presença, etc.

Geralmente o asmático não aprendeu a articular devidamente a sua agressividade na fase verbal – precisa de espaço e tem a sensação de estar prestes a explodir e no entanto é incapaz de exteriorizar os gritos e as injúrias que gostaria de soltar. Estas manifestações regressam então ao plano corporal e saem sob a forma de tosse e de expectoração. A agressividade revela-se também nas alergias e a maioria destas está associada à asma.

4. Rejeição do lado obscuro da vida

O asmático ama tudo o que seja limpo, puro, transparente e estéril e evita tudo o que julga escuro, profundo e terreno, o que costuma traduzir-se claramente na sua seleção de alergênios. Deseja instalar-se no âmbito superior para não entrar em contato com o pó inferior. Costuma, portanto, ser uma pessoa cerebral (a doutrina dos elementos atribui à faculdade do pensamento o elemento Ar).

O asmático quer ar puro. Gostaria de viver no topo de uma montanha (desejo que vê realizado quando se lhe prescreve um tratamento de climoterapia).

Satisfaz-se assim também o seu desejo de domínio: lá em cima, contemplando desde as alturas os acontecimentos turbulentos do vale a distância segura.

O que é que poderá ajudar? À semelhança do que acontece com todos os sintomas, há apenas um remédio: a tomada de consciência e uma sinceridade implacável para consigo mesmo. Quando uma pessoa tenha reconhecido os seus receios, deverá acostumar-se a não evitar as causas do medo mas a confrontá-las até que as consiga aceitar e assumir. Este processo necessário é simbolizado perfeitamente numa terapia.

Perguntas que o asmático deveria fazer a si próprio:
1. Em que aspectos quero receber, mas não estou disposto a doar?
2. Sou capaz de reconhecer conscientemente a minha agressividade?
3. De que forma é que coloco a mim mesmo o conflito domínio/insignificância?
4. Quais os aspectos da vida  valorizo negativamente e rejeito?
5. Quais os aspectos da vida procuro evitar, quais os que considero sujos ou baixos?

Importante: Alguns autores também relacionam asma com mães superprotetoras e ausência paterna!

Gripes

Uma gripe ou a sensação de estar “entupido” acontece geralmente em situações críticas, quando estamos fartos ou quando algo nos irrita.

A somatização acontece na medida em que não estamos dispostos momentaneamente a reconhecer nem a carga que estas pequenas crises cotidianas representam, nem os nossos desejos de evasão: o corpo manifesta ostensivamente a sensação de estarmos de nariz entupido.

Sentimos dor de cabeça (circunstância na qual não se pode exigir de uma pessoa que ela resolva um problema), os olhos lacrimejam, ficamos congestionados, dói o corpo. Teoricamente ninguém deve aproximar-se de nós, ninguém deve tocar-nos sequer. O nariz fica entupido e dificulta qualquer tipo de comunicação (respiração é contato).  Se a garganta fica irritada, a fala, como meio de comunicação, também fica diminuída…

A medicina naturalista vê na gripe / resfriado um processo de limpeza através do qual as toxinas são eliminadas do corpo – as toxinas eliminadas representam igualmente os problemas que se resolvem e se eliminam no plano psíquico. Corpo e alma saem assim fortalecidos da crise, esperando pela próxima vez que estivermos fartos e de nariz entupido.

 
 
 

DIGESTÃO – ASSIMILAÇÃO

Simbolismo da nutrição
 
Através das preferências gastronómicas podemos descobrir-se muitas coisas (diz-me o que comes e dir-te-ei quem tu és).

Quando manifestamos a preferencia por algo, este dado fornece um indício a respeito da nossa personalidade. Quando, ao invés disto, algo não nos apetece, essa aversão também é reveladora…

Geralmente aqueles que gostam de alimentos picantes tem desejo de viver novas emoções. São amantes dos desafios – ainda que se revelem indigestos.

Estômago
O doente do estômago tende a ser uma pessoa que costuma fugir de conflitos. Todos os alimentos saborosos, o álcool, o café, nicotina e os doces representam um estímulo excessivo para o doente do estômago. A vida e a comida têm de estar isentas de desafios…

Existe uma relação entre a secreção gástrica e a mente.

As pessoas que sofrem de perturbações do estômago e do aparelho digestivo podem pesquisar como lidam com seus sentimentos, agressividade e problemas. Como assimilam as situações? Literalmente: O que eu não digeri?

Náusea: tentativa de livrar-se das coisas e das impressões que não quer  ou não consegue assimilar e deseja afastar de si. O vômito é uma expressão categórica de defesa e de repúdio.

Pâncreas
O pâncreas tem duas funções principais: a função exócrina, que consiste na produção dos sucos gástricos essenciais, de carácter eminentemente agressivo e a função endócrina.

O diabético (por carência de insulina) é incapaz de assimilar o açúcar contido nos alimentos; o açúcar escapa-se-lhe do corpo através da urina. Basta que substituamos a palavra açúcar pela palavra amor e teremos descoberto o problema do diabético. Por trás do desejo do diabético de saborear coisas doces e da sua incapacidade para assimilar e armazenar açúcar nas suas próprias células esconde o desejo não reconhecido de realização no plano amoroso, unido à incapacidade de aceitar o amor e de se abrir a ele. O diabético tem de se alimentar de medicamentos substitutos: sucedâneos para satisfazer os seus desejos autênticos. A diabetes provoca a hiperacidulação ou avinagramento do corpo e pode inclusive chegar a provocar o coma.

O que o corpo, neste caso, ensina: quem não ama torna-se azedo.

Apenas é capaz de receber amor aquele que é capaz de o dar: o diabético apenas dá amor sob a forma de açúcar na urina. Aquele que não se deixa impregnar não pode reter o açúcar. O diabético deseja amor (coisas doces), mas não se atreve a procurá-lo ativamente (“os doces não me fazem muito bem!”). Anseia por ele (“é o que mais desejo, mas não posso!”). Não pode receber porque não aprendeu a dar e, portanto, não retém o amor no corpo: não assimila o açúcar e é forçado a expulsá-lo.

Vesícula biliar
A vesícula armazena a bílis produzida pelo fígado. Acontece com frequência, porém, as vias biliares ficarem obstruídas por cálculos impedindo assim que a bílis chegue à digestão. A bílis simboliza agressividade.

Chamamos a atenção para o fato de os cálculos biliares incidirem sobretudo nas mulheres, sendo os cálculos renais, correspondentes ao pólo oposto, mais frequentes entre os homens. Mais ainda, as mulheres casadas e com filhos estão mais sujeitas a sofrerem de cálculos biliares do que as solteiras. Estas estatísticas facilitam a interpretação. A energia deseja fluir e se o fluxo for obstruído produz-se uma acumulação de energia. Se a acumulação se mantiver durante muito tempo, a energia tende a solidificar-se. As sedimentações e calcificações no corpo são sempre indicadores de energia coagulada. Os cálculos biliares são agressividade (energia) petrificada. Energia e agressividade são conceitos quase idênticos. É importante ressaltar que a agressividade não é vista de forma negativa, com valorização negativa. A agressividade é tão necessária como a bílis ou os dentes.

Não é de estranhar, por isso, a grande incidência de cálculo biliar entre mães de família. Essas mulheres ressentem a família como uma estrutura que as impede de dar livre curso à sua energia e agressividade. As situações familiares são vividas sob uma coação da qual a mulher não se atreve a libertar-se e as energias coagulam e petrificam. Através da dor a paciente é obrigada a fazer tudo aquilo que não se atreveu a fazer até então: liberta a energia contida. Doença é sinceridade!

ÓRGÃOS DOS SENTIDOS / PERCEPÇÃO

 
 
Os órgãos dos sentidos são as janelas da alma, através das quais contemplamos a nós mesmos. Aquilo que chamamos mundo exterior é o nosso reflexo. Um espelho.

Olhos

 
Neles se vêem os sentimentos e o estado de espírito de uma pessoa. Por esta razão olhamos para os olhos das outras pessoas para tentar ler o seu olhar. São o espelho da alma.

As doenças mais frequentes dos olhos são a miopia e o presbitismo; a primeira manifesta-se principalmente na juventude enquanto a segunda é um problema do envelhecimento. Os jovens costumam ver o imediato faltando-lhes alcance e uma visão de conjunto. A velhice, ao contrário, distancia-nos das coisas. Da mesma forma, a memória dos idosos é incapaz de recordar os acontecimentos mais recentes mas recorda-se, geralmente, com exatidão dos acontecimentos do passado.

A miopia denota subjetividade exagerada. O míope vê tudo pela sua ótica e sente-se pessoalmente afetado por qualquer tema. Há pessoas que não vêem para além do próprio nariz mas que nem por isso se conhecem bem. A miopia compensa essa má interpretação. Obriga o indivíduo a olhar para o seu entorno de mais perto. Este tem de chegar o ponto de focagem mais perto do nariz e dos olhos. A miopia revela, no plano corporal, uma grande subjetividade acompanhada de um desconhecimento de si próprio.

Conjuntivite, como todas as inflamações, traduz conflito. Produz uma dor que se acalma apenas quando fechamos os olhos. Assim, fechamos os olhos perante um conflito que não queremos enfrentar.

Ouvidos

 
Relacionados com a obediência  e equilíbrio entre egocentrismo e humildade.

Os rins – Convivência

 
As dores e inflamações dos rins costumam surgir quando existem problemas de relacionamento e de convivência. Parceria.

Perguntinhas básicas:
1. Que problemas tenho no campo da convivência com o meu parceiro? Seja ele de trabalho, na família, no casamento…
2. Estou projetando meus defeitos no meu parceiro?

 
 
Coração e a circulação
 
Pressão baixa – Pressão alta (hipotensão – hipertensão)

O sangue é símbolo de vida, sustentáculo material da vida e expressão de individualidade.

A pressão sanguínea é expressão da dinâmica do Ser Humano. É a interação do fluxo sanguíneo e das paredes dos vasos sanguineos. Ou seja: algo que flue e o que o contém.

– Hipotensão: a pessoa que tem a pressão baixa (hipotensão), não desafia fronteiras. Não procura impor-se e coloca em campo todas as suas resistências: nunca vai até ao limite. Quando se depara algum conflito,  retira-se de imediato e o sangue bate também em retirada até que ela acaba por desmaiar. Essa pessoa renuncia (aparentemente) a toda e qualquer forma de poder; ela e o seu sangue retiram-se e demitem-se das suas responsabilidades. Graças ao desmaio o indivíduo perde o conhecimento. A pessoa se ausenta. Ou seja, falta coragem e ânimo.

– Hipertensão: O hipertenso, também tende a não resolver os seus conflitos. Foge em atividades externas e exageradas no mundo exterior, procura distrair-se e distrair aos demais, em detrimento de resolver os conflitos. A hipertensão  é um indício de agressividade reprimida. A hostilidade permanece encalhada no plano das idéias e a energia mobilizada não chega a ser descarregada através da ação. Chamamos a esta atitude “autodomínio”. O impulso agressivo provoca um acréscimo de pressão e o autodomínio provoca a contração dos vasos sanguíneos. O indivíduo consegue, assim, manter a pressão sob controle. A pressão do sangue e a contra-pressão das paredes dos vasos sanguíneos provocam a sobre-pressão. Esta atitude de agressividade reprimida pode conduzir ao enfarto.

Tanto aquele que sofre de tensão baixa como o que a tem excessivamente alta tendem a evitar conflitos. Só que assumem táticas diferentes. O primeiro se retira para o campo do inconsciente, o segundo se confunde numa atividade excessiva e em um dinamismo desnecessário. Refúgio na ação.

O mais comum é a tensão baixa presente nas mulheres e a tensão alta nos homens.

Insônia

 
Para dormi temos que perder todo o controle, toda a intenção e atividade. Exige entrega e confiança. Não é possível induzir o sono através da força, do autodomínio ou de um ato de vontade. Não há como desejar a todo o custo adormecer para não pregar o olho. Podemos apenas criar as condições favoráveis – para além disso teremos de aguardar com paciência e confiança que o sono aconteça. Nem nos é possível sequer observar o processo – a observação só por si já nos impediria de adormecer.

O sono transporta até ao limiar entre o Aqui e o Além, acompanha-nos até à zona obscura e sombria da alma, permite-nos viver em sonhos o não vivido e reconduz-nos ao equilíbrio.

Geralmente quem sofre de perturbações do sono, tem dificuldade e medo de se libertar do controle consciente e de se entregar ao inconsciente. Ele transporta consigo para a zona do sono todos os seus pensamentos e atividades. Prolongamos o dia noite adentro e procuramos analisar o lado noturno da nossa alma com os métodos da consciência diurna. Falta pausa.

O insone deve aprender a terminar o dia conscientemente para poder entregar-se por completo à noite e às suas leis. Deve, além disso, aprender a preocupar-se com as zonas do seu inconsciente para averiguar de onde é que procede a ansiedade. A mortalidade é, para ele, um tema importante. Faltam ao insone a confiança e a capacidade de entrega. Identificam-se demasiado com o perfil da pessoa “ativa”.

A sonolência excessiva revela o problema oposto. A pessoa que, apesar de ter dormido o suficiente, continua a ter problemas para despertar e levantar-se da cama deverá procurar analisar o temor que exercem sobre ele as exigências do dia, da atividade e do esforço. Despertar e começar o dia significa atuar e assumir responsabilidades. A pessoa que tem dificuldades para passar à consciência diurna pretende refugiar-se no mundo dos sonhos para evitar os desafios e as responsabilidades que a vida lhe possa proporcionar ou exigir. Nesse caso o tema consiste na fuga para o campo do inconsciente.

Perguntinhas:
Para a ausência de sono:
1. Dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2. Sou capaz de me entregar e confiar?
3. Preocupo-me com o lado noturno da minha alma?
4. Tenho medo da morte? Já pensei suficientemente sobre o assunto?

Para a sonolência excessiva:
1. Evito a responsabilidade, a atividade e a tomada de consciência?
2. Vivo num mundo de fantasia e tenho medo de despertar para a realidade?

Simbologia resumidíssima:

Boca – disposição para acolhimento / receber
Dentes – agressividade, vitalidade
Dor de cabeça: raiva, agressividade, tensão (com variação no caso de enxaqueca)
Estômago – sentimento, capacidade de acolhimento e assimilação
Fígado – valorização, visão do mundo
Joelhos – humildade, flexibilidade
Intestino delgado – assimilação, análise
Intestino grosso – instinto, avareza
Mãos – compreensão, trabalho
Membros e músculos – mobilidade, flexibilidade, atividade, ação. (A lateralidade simboliza os pólos masculino e feminino)
Nariz – poder, orgulho, sexualidade.  (na Rinite: irritação)
Ossos – firmeza, realização
Ouvidos – obediência
Pele – delimitação, normas, contato x isolamento (90% das causas de doença de pele são emocionais)
Pés – compreensão, constância, implantação, humildade, caminho.
Pescoço – medo, controle.
Pulmões – contato, comunicação, liberdade. Tristeza.
Rins – associação, relacionamento
Sangue – vitalidade
Vesicula: agressividade, energia, raiva

Referências bibliográficas:
– A Doença como Caminho. Autores Dethlefsen e Rudiger Dahlke
– A Doença como Linguagem da Alma. Autor Rudiger Dahlke
– A Doença como Simbolo. Autor Rudiger Dahlke
– Quem Ama não Adoece. Autor: Marco Aurélio Dias da Silva

 

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